Na Rua do Carmo

paisano.jpg
Estranhem o que não for estranho.
Tomem por inexplicável o habitual.
Sintam-se perplexos ante o quotidiano.
Tratem de achar um remédio para o abuso
Mas não se esqueçam de que o abuso é sempre a regra.

Rua do Carmo, rua do Carmo
Mulheres bonitas, subindo o Chiado
Mulheres alheias, presas ás montras,
Alguns aleijados em hora de ponta
Soprando a vida, passam estudantes
Gingando as ancas, lábios ardentes
Subindo com pressa, abrindo passagem
Chocamos de frente, seguimos viagem

Então é assim. Cerca de 200 a 300 pessoas manifestaram-se a seguir às comemorações oficiais do 25 de Abril, numa manifestação anti-autitária, anti-fascista e anti-capitalista, iniciada às 18h30 na P. da Figueira e que terminou no Lg. Camões cerca das 19h30. A manif decorreu rapidamente e embora estivesse rodeada de um considerável dispositivo policial (não foi autorizada), não houve incidentes. Ao longo do percurso foram pintadas algumas frases na parede e atiradas algumas lâmpadas com tinta a vidros de lojas e bancos. Ninguém partiu montras.
Evidentemente, comparada com a parada que desceu a Av. da Liberdade a lançar palavras de ordem de há 30 anos, esta manif assumiu um aspecto bastante mais combativo e radical, com palavras de ordem viradas para o presente e não para o passado. Nesse sentido, foi a resposta que se impunha ao crescimento da agitação e provocação fascista dos últimos tempos. Foi também a primeira vez, desde que me lembro, que uma manifestação no dia 25 de Abril teve um cunho de combate e conflito minimamente à altura dos 18 meses que se seguiram ao 25 de Abril de 1974. Desde logo, a manifestação teve a vantagem de se dirigir, não à imagem difusa, consensual, que celebra a democracia que temos, mas antes de exprimir a vontade de libertação não cumprida que caracterizou o período revolucionário. Deu ainda uma expressão prática ao apelo que Cavaco Silva, sempre brincalhão e jovial, dirigiu aos jovens: os manifestantes não se resignaram perante as dificuldades e, insubmissos q.b., procuraram à sua maneira reinventar os festejos do 25 de Abril.
Chegada ao Camões, parte da manif desmobilizou. Outra parte, cerca de 100 pessoas, sentiu que algo estava por fazer e decidiu correr o risco de efectuar o percurso no sentido inverso, atingindo a sede do PNR, situada na Rua da Prata. Nesse sentido, desceu a Rua Garrett, passando por um considerável aparato policial e acompanhada de bastante perto por alguns polícias à paisana, o chefe dos quais está na fotografia acima colocada.
A este ponto a manif era composta por um núcleo de pessoas de cara tapada e vestidas de preto, bem como várias pessoas que simplesmente queriam ver o que iria acontecer. Esta manif era bem menos compacta do que a que tinha subido o Chiado e, levadas pelo entusiasmo, as pessoas que seguiam na dianteira iam a uma velocidade bastante grande. Por altura dos Armazéns do Chiado, e após um curto impasse para decidir o melhor caminho, seguiu pela Rua do Carmo. A este ponto também, alguns dos manifestantes batiam com os suportes das bandeiras em cartazes e mais bolas com tinta foram enviadas para montras. O Chiado estava bastante mais vazio do que uma hora antes, o que aliás é habitual. Nada havia sido partido. Nenhuma agressão havia sido feita.
Foi aqui que dois ou três manifestantes pararam para escrever um grafitti: “O 25 de abril passou mas a lei do bastão continua”. O resto da manifestação continuou, exceptuando um pequeno grupo que ficou a garantir a sua segurança e em vão gritou para os da frente para que esperassem e abrandassem. Quando a frase já estava a ser terminada, um grupo de polícias à paisana, presumivelmente agentes do SIS ou da Judiciária, cercou os seus autores e procurou detê-los, sendo por sua vez cercado pelo pequeno grupo que ficara para trás. Uma rápida troca de empurrões permitiu às forças da ordem compreender que não estavam a lidar com um bando de miúdos assustados. Os agentes largaram as pessoas que tinham agarrado, sacaram de bastões extensíveis e recuaram em grupo. O fascista nojento da foto acima, a menos de 5 m de mim, falava pelo rádio chamando o corpo de intervenção. O resto da manifestação, que já tinha passado o elevador de Stª Justa, apercebendo-se do que estava a ocorrer nas suas costas, voltou a correr para o cimo da Rua do Carmo. Um very-light foi lançado para o ar. Chegaram duas carrinhas do corpo de intervenção ao cimo da rua e, simultaneamente, uma à parte de baixo, vinda do Rossio. Os respectivos passageiros saíram e carregaram. Nem todos tinham escudo e capacete.
Alguns manifestantes procuraram agrupar-se para travar a carga policial, mas a maior parte encostou-se simplesmente às paredes da Rua ou refugiou-se em lojas.
O chefe do corpo de intervenção gritou aos seus subordinados que parassem após a primeira carga, constatando que não havia uma resistência digna desse nome e que se passava agora ao simples espancamento dos manifestantes. Não teve qualquer sucesso e, constatando-o, juntou-se aos seus homens dedicando-se aquilo que sabe fazer melhor.
Os polícias vindos de cima gritavam aos manifestantes que dispersassem enquanto lhes batiam com os bastões. Os que vinham de baixo gritavam aos manifestantes que fossem para cima, enquanto lhes batiam com os bastões, naturalmente.
As pessoas que caíram no chão foram pontapeadas e levaram bastonadas. As que se encostaram à parede foram também espancadas, a maior parte sem esboçar qualquer resposta. Tod@s os/as que esboçaram alguma resistência foram especialmente atacados, mas conseguiram, na sua maioria, manter a polícia a alguma distância e fugir, pela parte de baixo da Rua, sendo perseguidos até ao Rossio, dispersando em seguida. Doze pessoas foram presas, tendo algumas delas sido agredidas quando já estavam detidas, à boa maneira policial.
A polícia poderia ter prendido toda a manifestação se quisesse. A polícia poderia ter simplesmente dispersado a manifestação se quisesse. A polícia quis, em vez disso, espancar o maior número possível de pessoas, provocar-lhes medo e assegurar que a sua autoridade não voltaria a ser desafiada.
É difícil acreditar que alguém na manifestação tivesse coktail’s molotovs e, perante tão eloquente demontração do fundamento democrático da autoridade policial, tivesse hesitado em utilizá-los. Teria tido pelo menos a vantagem de manter a polícia à distância o tempo suficiente para o grosso da manifestação fugir. Nesse aspecto, a carga policial deu toda a razão a quem levou para a manif bandeiras com cabos de metal. As mãos nuas não são propriamente as ferramentas indicadas para enfrentar a autoridade policial.
Diga-se aliás, que caso a manifestação tivesse demonstrado a intenção firme e a inteligência táctica para resistir, não lhe teria sido difícil fazer a polícia recuar. Organizado como um bando de energúmenos que gostam de bater em pessoas assustadas, sem qualquer organização ou método, o corpo de intervenção não passa de um bando de rufias fardados e equipados à nossa custa. Qualquer dia calhar-lhes-à na rifa algo mais do que claques de futebol.

Aos que lamentam os grafitis em prédios novos relembro apenas os milhares de murais e pintadas que enchiam até há poucos anos as paredes e muros da cidade, fazendo-nos pensar que esta nem sempre foi o cenário das vidas entediantes que levamos e que aqui, em tempos, foi desafiada a ordem capitalista das coisas. Esses murais e pintadas eram inequivocamente mais novos e modernos do que qualquer renovação urbana do “coração comercial da cidade”. De resto, a liberdade de transformar permanentemente o espaço urbano que se percorre diariamente é um patrimonio bem mais agradável do que as fachadas de lojas que a polícia alegadamente procurava defender. Acerca disto não existirá nenhum consenso.
Para terminar. A autoridade, o poder, o monopólio da violência, a propriedade privada, estão tão largamente inscritas nos nossos imaginários que até parece estranho que alguém desafie esses pilares da civilização ocidental. Apenas parecemos capazes de nos indignar ou lamentar a violência policial “excessiva”. Relembro a esse propósito que a violência policial em Portugal nunca foi outra coisa senão excessiva. A não ser, é claro, quando se trata de perseguir criminosos poderosos. No que toca à extrema-direita as autoridades policiais tratam-na como se não fosse mais do que uma versão um pouco mais radical e para-militar do SEF.
Uma concentração de trabalhadores à porta de uma fábrica encerrada, na Amadora, motivou à poucos meses uma carga policial. Vários jovens dos bairros pobres da periferia são continuamente espancados e perseguidos pela polícia, quando não mortos a tiro pelas costas. Uma casa ocupada foi desalojada há 2 anos pelo GOES, de arma na mão, sem aviso prévio, de madrugada, tendo as pessoas sido levadas directamente das suas camas para celas prisionais. Uma marcha contra o encerramento do serviço de urgências, em Caminha, sofreu uma carga policial.
Abunda a indignação e a condenação, escasseia a resposta que se impõe. Que sentido pode fazer falar do dia da liberdade quando se sente, de forma tão clara, em nosso redor, ao nosso lado, à nossa frente, semelhante dispositivo de violência?
De uma vez por todas, a bófia bate nas pessoas porque tem medo. E tem razão em ter medo. A violência não é boa nem má, a violência é.

63 thoughts on “Na Rua do Carmo

  1. Acho muito violento o que aconteceu. Sem necessidade. De facto, o que não se assume com uma “cara ou nome”, como um grupo com esta ou aquela camisola, é sempre considerado uma ameaça. Só isto pode explicar as respostas de agressividade da polícia.
    Espero que as pessoas que foram detidas já estejam em liberdade. E é tudo.

  2. Corresponde a 100% ao que vi. Para te dizer a verdade, quando vi a cobarde carga policial, apesar de estar num dos cantos, reparei que, vindos de cima, eram pouco mais que uma dezena, e ainda pensei que alguém fosse resistir. Mas não. Era ver turistas, cães, transeuntes a fugir em pânico da turba descontrolada de bófias “robocop”.
    Um senhor de idade indignado gritou para o chefe da bófia “porque é que estão a fazer isto? isto parece o tempo do antónio das botas!” ao que o grunho lhe responde “você cale-se e vá fazer queixa ao ministério público, se quiser”. Ainda está gente presa e no hospital :(

  3. As manifs não precisam de ser autorizadas. Basta haver informação ao Governo Civil.

  4. exacto. se for tudo dentro da lei. pelo k vi ontem não vi nada (dentro da manifestação, não relativamente ao vandalismo de paredes ou montras) k fosse contra a lei, não vi simbolos proibidos por lei e vi tudo dentro do normal (voltandoa repetindo o facto das coisas pintadas).
    disseram no noticiario k o governo civil nao foi informado.
    alguem da organização pode confirmar isto? :S
    Se realmente foi informado foi um ataque a liberdade das pessoas!

  5. Voces usaram cocktails Mollotof e os vossos colegas faxos do PNR usaram cocktails Ribbentrop ?
    Foi isso o que aconteceu, ou assinaram mais um pacto de amizade Vermelho-Castanho ?

  6. Estes dois indíviduos identificados nas fotos vieram a acompanhar toda a manifestação. À sua frente fizeram-se pintadas e mandaram-se bolas de tinta sem eles esboçarem qualquer tipo de reacção, apesar da sua notória condição de “infiltrados”. Já agora, gostava de saber se o casaco de ganga faz parte do kit paisano ou se eles estão há tanto tempo afastados da vida real que pensam que a “Soviet” ainda é trendy…

  7. Ficou o graffiti. Lá está por detrás do chefe paisano. Só não eram mais bófias porque o resto ficou a guardar o cartaz do PNR e a guardar a António Maria Cardoso

  8. É óbvio que o arrastão anti-fascista é uma inventona!
    O que aconteceu realmente foi que a PSP, farta de assistir às aborrecidas celebrações do 25 de Abril, resolveu fazer uma carga policial violenta para levantar a moral, apanhando pelo meio uma inofensiva excursão turística do “Movimento Cívico Não Apaguem o Molotov”. Ao mesmo tempo, barras de ferro, de madeira, very lights e cocktails molotov caíram milagrosamente do céu, incriminando os jovens inocentes.
    Antes que esta nova crise de pânico passe ao arquivo morto, é necessário inscrevê-la na história da manipulação de massas em Portugal.

  9. Não participo em mais nenhuma manifestação onde hajam anarcas à frente. Foi um mau dia para esquerda.

  10. Não sei qual é o espanto. Até parece que a policia do povo dos brandos costumes nos tem habituado a outro tipo de tratamento, esta cena é-me familiar, só não acontece mais porque o povo é sereno e não deveria ser, porque este caminho que nos obrigam a percorrer sem que uma pessoa possa dizer nem ai nem ui é muito mau. Está-se a deixar cair por terra muito sofrimento que outros passaram por nós e que estamos a vender aos desbarato. eu cá prefiro lidar com comunas, trostkistas anarcas e outros do que gentinha do aparelho “democratico” e sem falar na laia dos do PNR. Tive em Genova e apreendi qq coisa. é tempo de acabar com estar farsa a qq preço.. não gosto da bófia nem há lei da bala!

  11. As manifestações são livres, tal como garantido pelo artigo 45º da Constituição. A exigência de informação ao Governo Civil é abusiva (e inconstituicional, em meu entender) pois limita de forma injustificada este direito e inviabiliza a liberdade de reunião e manifestação espontãneas.
    Passados 33 anos da Revolução de Abril, é triste que já pouca gente se lembre disto. É que a liberdade de fazer manifestações autorizadas pelo governo não é lá grande coisa. Até no fascismo havia…

  12. Os anarcas desiludiram-me bastante! Então a luta contra o fascismo resume-se a uns graffittis????? Estive lá e observei o comportamento de brutalidade da bófia, mas não aceito o tipo de atitudes infantis dos anarcas!
    Não me apanham em mais nenhuma manif, e esqueçam as frentes comuns! Querem ser antifascistas, então deixem a merda dos grafittis e vamos espancar uns nazis, ou lixar a sede do PNR, mas que seja um trabalho bem feito, e bem executado! Não aquela desorganização que só podia acabar como acabou! Os bófias estavam bem à vista, um deles esteve bem atrás de mim, a ver se ouvia a minha conversa (o do boné de camuflado)

  13. PO ANO, NO DIA 25 DE ABRIL; VAMOS VER QUEM BRINCA MAIS!!
    SE SÂO OS ROBOCOPS OU SE SOMOS NÓS.
    Vão preparando as cenas para o ano!! e decorem muito bem a cara desses dois bófias filhos da PUTA!!! Partiram a perna a um amigo meu!!
    GRUNHOS DE MERDA, FASCISTAS DE MERDA, se não fossem atitudes “revolucionárias” como estas esses caralhos ainda hj estavam a limpar botas.
    PESSOAL JUNTEM-SE!!!!! IMAGINEM O QUE SERÁ, SE TODOS NóS NOS JUNTARMOS; quem são eles????? nada!!! eles que venham!!!
    PARA O ANO HÁ MAIS!!!!
    ALL SHALL WE WITNESS WHEN BABYLON FALL

  14. PO ANO, NO DIA 25 DE ABRIL; VAMOS VER QUEM BRINCA MAIS!!
    SE SÂO OS ROBOCOPS OU SE SOMOS NÓS.
    Vão preparando as cenas para o ano!! e decorem muito bem a cara desses dois bófias filhos da PUTA!!! Partiram a perna a um amigo meu!!
    GRUNHOS DE MERDA, FASCISTAS DE MERDA, se não fossem atitudes “revolucionárias” como estas esses caralhos ainda hj estavam a limpar botas.
    PESSOAL JUNTEM-SE!!!!! IMAGINEM O QUE SERÁ, SE TODOS NóS NOS JUNTARMOS; quem são eles????? nada!!! eles que venham!!!
    PARA O ANO HÁ MAIS!!!!
    ALL SHALL WE WITNESS WHEN BABYLON FALL

  15. Não posso deixar de pensar o que teria acontecido se a bófia, principalmente os paisanas que começaram a bater com cacetetes desdobráveis antes dos robocops chegarem, tivesse apanhado homens pela frente em vez de míudos assustados. Se houvesse realmente armas e cocktails molotov, e se o pessoal não tivesse fugido assustado, a conversa agora seria outra. Esses valentes à paisana esconderam-se no meio dos turistas do chiado depois de espancarem alguns manifestantes quando, por segundos, duvidaram que a polícia de choque chegasse. Cobardes miseráveis.

  16. Hoje o DN diz que a bófia já sabia da intenção de ir ter à sede do PNR. Não me admirava que houvesse infiltrados da polícia nos grupos anarco-punks. Também não me admirava que fossem os bófias os mais aguerridos com molotovs e tal.

  17. yah! E a esquerdalha é toda uma santa! Basta ver nas manifs anti-g8. Um gajo vê que não se passa nada. Enquanto às manifs nacionalistas, nunca houve problemas com a policia. Venham agora dizer que a bofia está do nosso lado…
    Quem vai para uma manif manifestar-se pacificamente não leva bastões, cocktails molotov e very-lights. Tenho pena de não lhes terem arreado ainda mais! Haviam de ter ficado sem os dentes essa cambada de vandalos.
    Para quem afirma ser os senhores da tolerancia, de tolerantes não têm nada.

  18. Os carneiros das brincadeiras nacionalistas fartam-se de lamber as botas fedorentas da bófia. Um dia ficam com as línguas coladas à graxa.

  19. Dizer que há “realidades” socialmente construídas que nos cegam em relação a um conjunto de comportamentos subversivos na expressão máxima da palavra é uma verdade. Dizer que fazer uma pichagem num espaço “comercial” demonstra a capacidade suprema de desconstruir essas “realidades” é uma meia verdade. O que demonstra a subversão, assim nesta posição confortável de quem não levou nos cornos, é a capacidade de escolha descomprometida dessas “realidades” socialmente construídas por um sistema intrinsecamente (e induzidamente em alguns casos) repressor, o que é uma coisa muito difícil mas que pode incluir olhar para a parede e poder ESCOLHER não pintá-la porque é bonita assim mesmo.
    Digamos que é uma perspectiva anti-pavloviana: não grafitar porque é preciso respeitar o franchising da ZARA ou grafitar porque já se ouve ao longe o trompete do cacetete não são escolhas livres.

  20. Epá, telefonaram agora da Suiça a perguntar se ainda queres que guardem o duchaise para tu desconstruires.

  21. Oh, então os meninos ficaram ofendidos e sentidos com a actuação da polícia? Aquela mesmíssima polícia a quem recorrem sempre que exigem a repressão de patriotas, a proíbição dos “fascistas”.
    Anarkas que não anarquistas, porque nem sabem o que isso significa, fizeram bonita figura com os seus berrinhos histéricos e drogados. Enfim, fizeram-me recordar quando há dois anos no largo camões quiseram surpreender os identitários e foram surpreendidos pela polícia que vos colou a roupa porca ao pelo. Foi tão giro.

  22. Para se ser estúpido não é preciso muito, não é Arqueo não sei o quê?…
    Que tristeza.

  23. Estou a adorar o 25 de Abril. Digam-me onde moram para eu também fazer lá um, e libertar os vossos carros, as vossas portas e as vossas janelas do fascismo com o spray revolucionário. Afinal a liberdade do 25 de Abril é para todos ou não?

  24. Tanto levam os adoradores de hitler como os de estaline. É fácil gritar contra o fascismo em Democracia, não é? Anti-capitalismo? O melhor é irem estagiar para tchechénia que o camarada putin logo vos dá o saber…

  25. Grande Vergonha. Isto tem de ser punido. A porcaria da força policial só sabe bater em inocentes, porque quando é precisa para defender que é para isso que lhes pagam, ficam no seu lugar. A violência espalha-se e o srs Action Man de capa de revista, só batem em quem não lhes pode fazer frente. Que nojo!1

  26. Também esrou contra os graffitis durante a manifestação. Agora confundir umas pintadas, que se podem apagar, com a violência desordenada de forças policiais pagas com o nosso dinheiro, é outra coisa. Aquelas pessoas que aqui comentam e só sabem criticar uns risquinhos (que eu também acho mal) e se alegram por jovens serem espancados, é muito triste. Demonstra a mentalidade que cada vez mais se vai interiorizando em muito boa gente. Desordem, violência arbritraria, competição, ganância, o lucro e o poder acima de tudo, os fins sem medir os meios, falta de respeito e humildade, é tudo isto que eu observo a crescer no dia-a-dia…

  27. O nosso site estava repleto de informação e de fotos relativas a este “evento”. Não só o nosso site está agora inacessível, como muito do seu conteúdo foi apagado por pessoas que exteriores ao colectivo.
    Deixamos assim a informação deste que é muito claramente um ataque directo à indymedia (não é o primeiro e não será o último)
    Vamos espalhar estas e outras fotos, bem como textos por outros sites libertários, bem como pelo resto da rede Indymedia (mais de 200 sites).
    Obrigado a todos,
    A forma como os que “nos governam” têm agido não ficará impune.

  28. Quem pintou graffitis mereceu a porrada que levou.
    É só.
    Os crimes devem ser punidos de acordo com a sua gravidade mas também de acordo com a dificuldade (ou impossibilidade) de se apanhar os culpados no acto.
    Liberdade sim senhor, mas responsabilidade também. Já agora, gostei de ver o Gato Fedorento de ontem.

  29. Só tenho pena mesmo que os “water-free friendly” não tenham mesmo levado ainda mais,todas são poucas.
    Putos idiotas que acham que a liberdade é grafitar paredes e fumar ganzas.
    Ya right.

  30. Tomando em conta o que foi acordado como proposito da manifestação e demais combinações,assim como a historieca de que se levaram paus e ferros e cocktais e essa filmaria toda que qualquer pessoa com palmo de testa teria entendido que pertenciam ás faixas e bandeiras e não para fins violentos, é por demais incrivel os comentarios que aqui li. Pessoas que não sabem do que falam senão por ideias e preconceitos,que não estiveram lá nem me/nos querem ver para além de “putos drogados”, “anarcas”,”vandalos/violentos”,etc, deixo aqui a ideia de que maior parte de nós procura ter bastante mais cultura e que talvez não a nivel fisico (tomando em conta que me partiram a mão e tudo), mas que de intelecto vos damos um bailinho do mais alto nível.
    Fascistas e toda a ralé associada a esses labregos,que tal vos sabe a liberdade de poderem cascar nos que não fazem da vida o culto da batatinha debaixo do braço e andar à Stallone,fazerem manifs e porém cartazes de mais profunda arrogância como que a taurear os que se íam manifestar dias a seguir? Foram vocês que a conseguiram?
    Enfim….

  31. Para comentar alguns “factos” que muitos usam como justificação (que mesmo sendo verdade não seria justificação para o comportamento selvagem da policia) para a carga policial.
    1. Muitos dos manifestantes tinham a cara tapada: Pois, é por medo natural de represálias e de violência por parte da extrema-direita (aqueles que muitos agora elogiam por se “portarem bem” em manifs (apesar de com simbologia ilegal), é que foram delas….). E é direito por motivos, que cada um saberá, não quererem ser identificados numa manif, essa velha “quem não deve não teme” é uma charlatanice que nem no “pais das maravilhas” funciona.
    2. 3 Cocktails Molotovs: Já alguém os viu?? MENTIRA, não havia nada mas mesmo nada do género… e se a policia apanhou os tais cocktails respondam, porque que é que eles apenas fazem parte do circo da comunicação social e não aparecem em parte alguma das acusações feitas aos detidos? respondo facilmente entretanto.. porque eles são apenas mencionados para a comunicação social para “ajudar” as pessoas a criticar os manifestantes. Onde andam os cocktails? onde? LADO ALGUM.
    3. Bastantes paus e ferros: eram os suportes das bandeiras apenas e só, ninguém tinha ali apenas os paus e ferros, eram TODOS suportes… na manif da Av. de liberdade então ‘tava tudo armado… se nesta manif eram mais rústicos é porque os manifestantes fizeram as bandeiras eles mesmo sem apoio de nenhuma força politica.
    4. Simbologia anarcolibertaria: sim… é proibida?! Nem deveria ter sido apreendida porque não é ilegal.. só foi apreendida porque…. ah.. ‘tavam nos “ferros e paus”… então em que ficamos??
    5. Agressões a transeuntes durante a manif: Mais uma coisa que ninguém viu, ninguém sabe.. e já que a policia diz que a viu por não a impediu? porque não houve nada para impedir.. não houve qualquer agressão às pessoas.. o mesmo já não se pode dizer de transeuntes “azarados” na Rua do Carmo que “comeram” tal como os manifestantes.
    6. Agressões partiram dos manifestantes: O grupo quando encurralado juntou-se todo ao meio.. e a policia simplesmente começou a correr de bastão em riste… se a primeira agressão foi dos manifestantes, só se foi alguma cabeçada num bastão…
    7. Montras partidas e caixotes virados: Mais uma coisa que ninguém viu.. ONDE ESTÃO ESSAS MONTRAS PARTIDAS AFINAL?!?!?!
    8. Ordem de dispersão: Não houve nenhuma… se calhar não se ouviu por causa do barulho dos bastões nas cabeças das pessoas… é a única hipótese que agora ‘tou a ver…
    ouvi coisas como “filhos da puta” “vamos vos foder todos” “carreguem nesses cabrões”…
    Eu fui manifestar-me pacificamente e se calhar os slogans da manif não são habituais por cá por serem actuais e directos, mas muitas das pessoas por quem se passou aplaudiam e algumas mesmo se juntaram à manifestação, de todas as idades, sexos e raças..
    Isto talvez fez com que a policia tivesse todo este trabalho nos meios de comunicação e com a carga que fizeram.. é que a manif correu bem e foi bem recebida e isto não lhes agradou.. sorrisos só foram vistos durante o espancamento..

  32. Pedro Manuel: Bom comentário. A manipulação que se fez da manif foi enorme e o facto do indymedia ter desaparecido do éter é assustador.
    No entanto, deixa-me dizer isto: o erro da malta são coisas como a cara tapada. Em caso de confrontos vale a pena tapar a cara e depois trocar de casaco para não ser identificado (polícia, skin, etc). Mas estar desde o início com a cara tapada, mesmo quando a manif está calma e tudo corre naturalmente, é ilustrativo de uma certa atitude que acho que não ajuda. Idem para os ferros, que como sabemos não servem só para segurar bandeiras. São pormenores que nos tiram força.
    Porquê que os infiltrados do FBI nos movimentos anti-guerra e noutros movimentos progressistas, tinham como principal tarefa, incentivar acções de carácter violento de fachada radical?

  33. “Porquê que os infiltrados do FBI nos movimentos anti-guerra e noutros movimentos progressistas, tinham como principal tarefa, incentivar acções de carácter violento de fachada radical?”
    Este comentário é muito pertinente. Mais do que isto, é altura de o movimento libertário como um todo reflectir na acção de manifestação como boa, se ela traz vantagens e desvantagens. Por mim, vejo várias desvantagens:
    1 – Acções de provocação pela polícia, ou por indivíduos da manif mais exaltados, para depois bombardear para as casas e quiosques de Portugal os mesmo esteriótipos do costume (a internet terá no futuro um grando papel em desmistificar a veracidade destes “meios de massa”, está claro
    2 – Dar a vantagem às forças de autoridade de reconhecerem e avaliarem a sua oposição: os ambientalistas são aqueles, acolá os da attac, aqueloutros os anarquistas, etc.,etc.
    3 – Manter as mentes e espíritos de quem contesta a sociedade focadas nestes episódios, deixá-los exaltados, arreliados, o que não permite que com calma e sem exaltação se avançem com projectos interessantes e concretos.
    Claro que haverá aqueles que consideram que este tipo de acções serve para apresentar à sociedade o que está errado com ela (e de facto, com a ajuda da net, poderá fazê-lo), mas isso parece-me um pouco o espírito de ghandi (que ironicamente não era quem se atirava de corpo contra os bastões dos soldados e polícias britânicos) e de martírio, que por mim dispenso.
    Por esta e outras razões, participo em manifs, mas em título individual, como quem dá um passeio. Claro está que caso algo semelhante se me acontecesse, não sei como reagiria, espero que da mesma maneira nobre que reagiram os primeiros companheiros que acudiram ao rapaz que levava uma pancada descomunal de 3 ou 4 polícias de calças de ganga.
    Abraço

  34. «Claro está que caso algo semelhante se me acontecesse, não sei como reagiria, espero que da mesma maneira nobre que reagiram os primeiros companheiros que acudiram ao rapaz que levava uma pancada descomunal de 3 ou 4 polícias de calças de ganga.»
    É evidente!

  35. epa nao comento nao vale a pena a policia agiu mal e porcamente e mais os cabroes da paisana

  36. Impressionante como tantos imbecis , com sentidos bem portugueses , que é um legado bem profundo do estado novo , que é o apoiante da autoridade , sem qualquer questioonamento ou contra-ponto, alegremente lhe dá total poder de actuação e dai sempre assim se gera abusos de poder, para cada classico portuguezinho aplaudir ou como aqui , dos quais nos deram o prazer dos seus ilustres monólogos , que mais me parecem cuspo , com fedor de diarreia…
    Por amor de deus , sei que vivemos em democracia e pela a democracia é o que apelamos , mas porque estes senhores perdem seu precioso tempo somente para largarem um monte de palavras sem sentido?Sempre testemuunho estas pérolas fedorentas,…Devem ter muito tempo livre…

  37. Vão ao Youtube e ponham no search coisas como:
    Anarquia; protest; anti-capitalism; antifa; antifascism; etcetcetcetc.
    É chato voltar sempre a exemplos estrangeiros, para mostrar que não há UMA forma de protestar, que elas são muitas e quanto mais variadas, melhor.
    Em Portugal, a pedra de toque é criticar todos excepto o próprio pela forma incorrect como protestaram, em vez de protestar de facto.
    Noutros países a polícia tem trabalho a separar os manifestantes mais activos (para a rua e depois para a bastonada) dos passivos (no passeio, a assistir), em Portugal, o tuga médio faz isso por eles. O importante é dividir, não tendo a consicência que ao fazê-lo se está a ajudar um lado, já de si poderoso – e que não precisa de ajuda para nos foder a vidinha.
    Em vez de criticar a forma como os protestos correram, vejam o que eles conseguiram.
    A polícia mostrou a sua face. Agora está todos os dias com homens no chiado. Isso deve ser contestado.
    Nunca tantos elementos dos chamados libertários e anarquistas estiveram juntos.
    Os stencils no chão do chiado são a prova de que algo acontece. Já não é a primeira nem a segunda vez que vejo pessoal a falar acerca disso.
    Deixem-se de criticazinhas de merda. Se querem protestos by the book, juntem-se à CGTP e vão fazer figuras tristes durante 2 horas de protesto, a gritar as mesmas palavras de ordem de sempre, ouvir os mesmos discursos de sempre e aborrecer-se de morte (sempre é melhor que ir trabalhar, né?)
    Acordem

  38. É pá isto é mesmo injusto anda um tipo a tentar trazer o bem ao mundo a pintar uns grafittis, coisa muito jovem, expressiva e intelectualmente muito estimulante, a tentar enfim a abrir os olhos a estes cordeirinhos todos os dias imolados no altar do capitalismo a combater os chauvinistas dos fascistas e é assim que nos agradecem… Olha lá tinhas coragem de dar a tua vida pelos teus concidadãos (ou eles não entram na tua(VOSSA) equação para a salvação do mundo)? O Irineu Dinis deu. Sabes quem era? Um PSP que ganhava pouco mais de 800 euros e que deixou a família para que eu, a minha família e mesmo aqueles que não gramam a bófia tenham a liberdade de dizer umas alarvidades.
    Nem sequer pões a hipótese de terem sido excessivos é óbvio que assite a qualquer um o direito de manifestação agora que direito te assiste quando destróis o que não te pertence? Que legitimidade te assiste quando me graffittas a casa? Tenho ou não o direito de manter intacto o carro que me esforço por pagar e, repara, não com a mesada dos pais tá ver mas com o meu trabalho?
    Estou certo de que estas dúvidas fascisóides não vão impedir-te de salvar o mundo do autoritarismo fascista e capitalista. És um herói…

  39. AL_AYA é pá não queria ser eu a chamar-te à atencão pá mas… toma lá os comprimidos

  40. Zé Toino, isso foi tocante, foi bonito e profundo.
    E mais tudo o que quiseres.
    Mas.
    Tu falas porque sim. E muitos dos que aqui falam é porque lá estiveram (eu, por exemplo).
    Em vez de vires com histórias dramáticas dos pobres bófias que dão todos os dias a cara e o coiro pelo bem coloctivo, lê o que nós escrevemos – houve violência polícial.
    – não é NORMAL que quando um puto põe um graffiti na parede, em vez de o prenderem, começam à bastonada e chamam reforços.
    – não é normal que transeuntes apanhem porque estão ali no carmo.
    Epá. És estúpido? Ou tás a fazer de propósito?
    Tás zangado com algum puto que te fez um graffiti na tua casa, é? Então queixa-te à tua heróica bófia e vai passear

  41. Zé Tóino , tem cuidado com o que te incutem como factos…
    A maior virtude da verdade , é a sua própria fragilidade…

  42. é pena ke haja pessoas ke sabem criticar e rebaixar kem trabalha.Eu sei kem tente por ordem numa casa pouca gente gosta dele,e o ke se passou axo mt bem ke houve carga policial kem gosta ver o muro da sua casa pintado por uns individuos ke nunca trabalharam e mesmo se trabalhassem? kem levou devia ter levado mais se tivessem em casa nao acontecia issoJa agora voçês gostaram ja estao a preparar para o px ano? entao gostaram? axo ke sim mas será mais umas noticias contra voçês depois queixam se, PODEM VIR UMA COISA POSSO VOS DIZER NUNCA GANHARAM A GUERRA E BOA SORTE

  43. Aprende a escrever e experimenta também ler o que se escreveu, ò palhaço.
    Deixa a tecla shift (as gordas com setinha) em paz. E ganha uma inteligência, que a tua mãezinha não te dotou de uma naturalmente.

  44. quem é capaz de defender a bofia so pode ser mesmo por estupidez. por acaso axam que os bofias dao mesmo o coiro pelo bem colectivo esses que falaram aqui aplaudindo a actuaçao da polícia? gostavade saber a serio que sim.
    a polícia sao das coisas mais corruptas que existem conheço bofias e filhos de bofias e alguem k konheçe bofias e eles sao todos ons corruptos.
    apreendem telemoveis de topo aos ladroes que roubaram os telemoveis de lojas e dao os telemoveis merdosos as pessoas e oferecem os teleoveis de topo de gama (roubados) aos filhotes que por sua vez os vao vender na escola assim quem é que precisa de roubar?
    e mais… a uns tempos assaltaram o meu armazém julguei ke fosse só dakela vez e lamentei a perda, assaltaram o armazém segunda vez sensivelmente uma semana depois e eu decidi ficar á coca mais um amigo por turnos durante a madrugada no exterior do armazém e de tarde quando nao está la ninguem, os ladroes voltaram numa tarde chamei a polícia – a esquadra encontra-se a 5 minutos de distancia do armazem e eles que andam sempre la na merda da esquadra a arrastar os colhoes demoraram meia hora para chegar e quando vêem realmente a meio quilometro vêem com a merda dos rotativos e coma sirene a tocar para fazer os ladroes fugir pa nao levarem um balázio até que foi preçiso eu montar guarda dentro do armazém e quando la entraram eu tava de machado um que tinha a pistola deu fuga logo na hora e o otro levou uma machadada num braço assim de raspao e foi a sangrar a correr ainda mais do que eu corria atras dele, fugiram todos numa carrinha toda fodida que nao consegui ver a matricula ja se passaram mais de 2 meses e nunca mais houve um problema agora digam-me … para que é que serve a polícia?
    eles demoram para ir caçar os ladroes mas para multar carros é uma maravilha ainda no outro dia fui de setubal ate almada e andei la a dar umas voltas e no meu percurso vi 5 pontos onde mandavam parar os automoveis e nesses
    5 pontos estava um carro ou um jipe dum lado e de outro da estrada mas se os chamarmos para nos acudir porque estamos a ser assaltados nao veem.
    e mais… por acaso sabem o que eles fazem as apreensões? apanha droga na costapor exemplo e para a ”fotografia” queimam minuscula parte dela e refundem um bom bocado para venderem e a outra parte é para o estado portugues exportar, sao proibidas as drogas mas nessas festinhas da alta roda é so coca espalhada nas mesas pas senhoras ricas snifarem e merdas assim se querem combater a droga acho melhor irem ver as malas e os carros do pessoal do Corpo Diplomático por exemplo, Á Esquece não podem ver aí não é? porque será? eles sabem dos traficantes e das zonas de trafico porque é que nao os vao apanhar a só apanham um de vez enquando para dar o exemplo e depois o soltam por vezes no dia seguinte e o gajo so vai dormir a esquadra? hummm nao sei não. será porque eles estão feito uns com os outros? náaaa duvido. será que é porque quando a droga nao é comprada á própria polícia local teem que untar a mao dos agentes? talvez talvez, vá-se la saber…
    outra coisa que me indigna… a merda da ASAE que bate o país de cima abaixo a catar a guita de pessoal que apenas faz pela vida e que nem nunca foram imformados de certas leis que sao cada ves mais esquisitas puta k pariu. a asae á tempos foi para a doca de setúbal de metrelhadora em punho apreender o pao de cada dia das pessoas fortemente armadas de canas de pesca e canivetes de descascar a maça que levam dentro do guardanapo para comer enquanto pescam dizendo que nao estáva proprio para consumo porque está em caixas de madeira e nao de plástico por exemplo e depois pegam nesse peixe e marisco caro IMPRÓPRIO PARA CONSUMO e mandam o peixe para o banco alimentar contra a fome para ver se os que comerem akilo morrem todos não? claro que não. esta hipócrisia em que vivemos… mas eles so mandam o peixe para o banco alimentar porque ficam com as grandes lagostas e santolas pa irem fazer umas mariscadas em casa com os amigos grunhos e etc…
    e outras ainda… alguem me explica como é que a polícia em tempos e ainda agora por vezes so que a comunicação social nao chega a saber MATAM alguem (um bandidote que vao perseguir la uma vez por outra aqueles que perseguem ou como é que matam um traficante que não paga … ops eu disse isto? enganei-me de certesa vamos so ficar pela questão – como matam os ”bandidos” com uma arma da bófia que usa cartuchos de borracha? eu explico. o cartucho tem 3 partes de borracha que estáo concebidos para partir uns ossos, para deixar hematomas e feridas e as vezes ate projectar a pessoa para trás deixando-a com tantas dores ou incapacidade que nao se cosiga mexer SÓ que propositadamente para o efeito a bófia saca o 3º tarolo de borracha e deixa apenas dois para sair com uma jarda maior e em vez de ferir matar o desgraçadito.
    existem muito mais mas muito mais coisas sobre este tipo de assuntos por mim o que ns leva a algum lado é seguir sempre a teoria da cospiraçao e verificar a coerência do que pensámos e depois investigar ate confirmar se o que desconfiavamos estará certo ou não. estes factos foram todos confirmados de varias maneiras ate mesmo por pessoas que sao vitimas deste processo.
    antes de se meterem com merdas a dizer bem da polícia pensem e acho muito bem que leiam isto e começem a abrir os olhos… nao sou extrema direita nao sou extrema esquerda nao sou nada eu sou daquele que eu achar que pode levar o país a algum lado que nao seja a miséria a que este ministrozito pseudo-formado (bacharelato nao é? engenheiro? aonde? cursos comprados na independente e tal… pah para isso antes um trolha ucraniano candidatar-se a primeiro ministro ao menos sabe assentar o tijolo enquanto isso nem o tal engenheiro sabe se é que sabe alguma coisita de engenharia, se fosse eu o presidente da republica o socrates tinha de reembolsar ao estado o extra de dinheiro que levou por ser formado com o canudo que afinal nao tinha e exe gajo ia logo nas horas do caralho e nao tinha direito áquela reforma choruda que teem no final da sua carreira política) nos anda a levar.
    gostava tambem que me explicassem como e que homens que nao serviram a patria, nao foram a tropa, nao foram fazer treino militar conseguem ser presidentes e etc… e gerir a nação se nem sequer tomates tinham para pegar numa arma e ir combater pela patria sujeios a levar um tiraço no focinho.

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