Vamos todos Dar a Cara!

Um pequeno aparte do Daniel Oliveira fez ressurgir a questão da “cara” exigida pelo Pedro Sales num post algures ai abaixo. Reiterando de forma mais suave e contida a angústia sentida pelo Sr. Sales face a um comentário assinado por um nome obviamente falso Oliveira afirma “porque sim, o activismo exige nomes” sem explicações posteriores. Presumo perceber no entanto o raciocínio que leva Oliveira a tão contundente afirmação: o anonimato abre a possibilidade de fazer afirmações sem que seja julgado por elas e tal condição deslegitima civicamente a voz que o faz, excluindo-a de um verdadeiro debate público e consequentemente da política. A priori não partilho dos entusiasmos de Oliveira relativamente ao “debate público” ou à existência ou validade de uma arena de discussão cujos tramites de participação afiram alguma credibilidade ou representatividade à discussão que ali é feita, mas isso será talvez outra história. O que não percebo realmente é que se considere a adopção de uma identidade confirmável em notário enquanto pré-requisito para exercer algum tipo de activismo. A questão da identidade foi alvo de mil e uma reflexões e práticas, do subcomandante marcos aos tutti bianchi, dos manifestantes mascarados aos pseudónimos das clandestinidades e das guerrilhas, passando pelo Luther Blissett. Face a todos exemplos, presumo familiares a maioria dos leitores e próximas às referências do partido onde milita Oliveira, espanto-me como é que este se apronta a afirmações como as acima citadas, ainda mais num contexto identitário que se assume herdeiro de uma tradição de esquerda. Oliveira é arguto, esperto e eloquente QB, mas manda postas de pescada sobre tudo e é inevitável que grande parte delas sejam barbaridades originárias de um conhecimento superficial dos temas em questão. Cada vez que leio algo que escreve sobre Espanha, Itália ou movimentos sociais à esquerda do BE e alheios à representatividade parlamentar ou “cívica” já sei que vai sair algo bastante superficial e até ignorante.


Na foto: Pamela anderson dá corajosamente a cara por aquilo em que acredita!


Quanto a Sales o seu comentário explica perfeitamente a pertinência do anonimato, Sales terá sentido próxima a provocação sobre o infame comportamento do bloco de esquerda e possuído por alguma raiva que esperamos momentânea dispara atribuindo o meu anonimato a uma preocupação com uma hipotética carreira académica. E portanto das duas uma, Sales não me conhecendo (não tenho carreira académica, e se a tivesse aqui onde vivo ninguém perceberia o que escrevi em Português) quiçá suspeita de alguém especificamente e zás ataque pessoal, ou Sales não tem a mínima ideia de quem seja o blogger e dispara ao calhas esperando ferir alguma susceptibilidade pelo caminho. Em nenhum momento responde ao que foi dito. De qualquer dos modos é uma atitude que visa perseguir uma afirmação sem lidar com ela: é uma atitude repressora. Felizmente Sales não assusta ninguém.

Para acabar quero só afirmar que de certa maneira percebo que para Oliveira e Sales seja algo importante assinar, respectivamente, Oliveira e Sales. Tanto quanto sei, não que encontre A priori algo de errado com isso, ambos vivem do seu “activismo”. Desejo-lhes fulgurantes carreiras, heroicamente susceptíveis de serem abaladas pela exposição pública das suas polémicas opiniões, mas se relativamente a Oliveira já expressei as minhas dúvidas em relação a Sales tenho poucas. Só lhe quero dizer, ainda que não acredite, que me chamo realmente Party Program, João Luís Party Program Silva. Juro. E como Pamela e outros antes de mim dou a cara pela revolução. Sou eu na foto.

Na Foto: João Party Program afirma que Bloco se comportou de forma vergonhosa

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27 thoughts on “Vamos todos Dar a Cara!

  1. Eu não vejo é o comentário do Oliveira… Onde está afinal?
    PS: Isto de não gostar do anonimato na net é como não gostar de respirar o fumo dos carros. Escusam de lutar contra isso.

  2. Eu conheço o gajo do Blog que fala o Daniel. Trabaha para o Governo. Acho bem que não se deixe apanhar na curva. Estes xuxialistas xão muito imprevisiveis… Um amigo meu ficou sem uma avença no Instituto do Desporto porque foi candidato independente pelo BE.
    Quanto a mim, já fui ameaçado por skins aqui no blog. É gente doida! Gosta de andar à porrada e gostam de o fazer em grupo… Por mim, dispenso.

  3. As respostas às minhas criticas em relação ao anonimato estão no o teu próprio post.
    O anonimato não promove apenas a irresponsabilidade (no que o termo tem de mais profundo), ou a inconsequência, ou tráfico de opinião impossível de identificar. Promove a desonestidade no debate: quem (não) assina este post sabe que eu sou do BE. Sabe que responsabilidades tive no BE. E sabe o mesmo sobre o Pedro Sales. E trás isso ao debate. Como eu não sei de quem se trata (os restantes sei e por respeito – e não concordância com a sua opção – não os identifico) não temos iguais possibilidades de argumentar. Ou seja, tenho duas possibilidades: ou não debato com quem usa argumentos que não permite aos outros (o uso de mais informação do que aquela que eu dou ao escrever), ou debato sempre sem os mesmos direitos que ele se dá a si próprio. Essa é a injustiça. O resto são considerações morais que não posso fazer a quem não conheço e até posso conhecer muitíssimo bem.
    Sim, os nomes, as caras, a responsabilidade pelo que se diz e se faz é condição para ser activista. Só esse activismo é leal quando se vive em democracia. Não se trata de saber se tens ou não credibilidade. Trata-se de não teres à partida mais credibilidade para todos do que quem assina só porque não existes.
    Em muitos casos, como saberás, as pessoas que escrevem em blogues não são de facto simples anónimos sem qualquer responsabilidade.
    Se eu aqui escrevesse quem são alguns dos participantes deste blogue, por onde passaram, episódios do seu passado (como aqui, por de trás do anonimato, já fizeram com o Pedro Sales), o que fazem hoje na vida, os leitores leriam os seus textos de forma diferente. Mais: os vossos textos seriam muito provavelmente diferentes.
    Ora, comigo, como se lê neste texto, nada disso é necessário. E por isso os meus textos, mesmo quando debato com vocês, têm milhares de barreiras (aquelas de que te socorres, no teu post) que vocês usam para os outros mas dispensam para vocês. Isso sim, é pouco leal. O que seria justo era que, perante qualquer “anónimo” que se referisse a qualquer coisa que eu escreva evocando o que sabe sobre mim, fosse, quando eu o pudesse fazer, identificado por mim, com o mesmo tipo de referências. Não o faço porque aceito, mesmo contrariado, a vossa opção. Mas seria um direito: o de não ter menos direitos do que os outros.
    Por exemplo, o meu amigo Saboteur diz quem é o autor do blogue que eu refiro. Não sei se é verdade. Mas não se sente na obrigação de dizer quem ele próprio é. Trabalhará ele para o governo? Os leitores nunca saberão. Não sentem que há aqui uma injustiça?

  4. Olhe Daniel tou estupefacto pela injustiça da minha posição, sou realmente um bruto sem sentimentos ao colocá-lo nesta posição de tão gritante injustiça. Pode ficar descansado que nunca me viu mais gordo, posso aqui escrever o meu nome que continuaria a não saber quem eu era. De resto faz soar como se tivesse aqui utilizado informação sua privada. Mas para quem é que é segredo que vc e o Sales são do BE? e se lhe dissesse o meu nome ia ao google para ver quem era eu e só depois me responderia? telefonava aos outros membros do spectrum a tentar sacar detalhes pessoais? Se acha que ajuda envio-lhe o meu CV de activista. Desculpe mas toda a sua argumentação está enormemente enviasada em litros de victimismo, moralismo e falsa modéstia. Mas Daniel, pá, um granda obrigadão por debateres comigo, mesmo nesta situação de tão penosa desigualdade de oportunidades, tu sim és um gajo leal como se deve ser em democracia.

  5. Realmente é preciso ter lata. Aquilo que cada um diz, as ideias que possa expressar não significam nada quando comparadas com o carreirismo politico e a posição que cada um ocupa na cadeia alimentar da manipulação social.
    Pois se eu não sou ninguém, para que é que queres saber quem sou?
    Preocupa-te em arrasar as ideias que expresso, se o conseguires.
    É com isso que aqueles a quem generosamente foram distribuidos papeis de spin-doctors na Porcalhota têm de se confrontar: com os milhões de ideias de zés-ninguéns. Sempre quero ver qual vai ser a posição que o Oliveira vai adoptar quando acabarem de cozinhar as leis que impõem restrições à liberdade dos editores de blogues.

  6. LOL… e se agora me apetecesse assinar “Party Program”? Ou se simplesmente me passasse pela cabeça assinar “Daniel Oliveira”? Ou Pedro Sales? eheh… Será que passaria a ser activista? Na web, quem assina pouco importa, o que importa é o que assina!

  7. É pá, não me deixem com problemas de consciência. Eu não digo quem é o autor do “activismo de sofá”. Disse só que compreendo que ele não queira assinar. Ok: Digo que trabalha para o Governo. Mas isso são muitos milhares a fazer…

  8. Eu sou a favor de se dar a cara mas não condeno quem não faz. É uma opção que deve ser respeitada.
    Concordo, no entanto, que o debate seria muito mais justo se todos soubéssemos com quem falamos e com quem discutimos e não acho que se deva temer algum tipo de represália. Há liberdade de expressão ou não há? Se não há verdadeiramente liberdade de expressão temos que torná-la uma realidade falando em nome próprio, mostrando a cara sem medos. É um desafio que devemos assumir.

  9. Eu sou a favor de se dar a cara mas não condeno quem não faz. É uma opção que deve ser respeitada.
    Concordo, no entanto, que o debate seria muito mais justo se todos soubéssemos com quem falamos e com quem discutimos e não acho que se deva temer algum tipo de represália. Há liberdade de expressão ou não há? Se não há verdadeiramente liberdade de expressão temos que torná-la uma realidade falando em nome próprio, mostrando a cara sem medos. É um desafio que devemos assumir.

  10. Ò Saboteur, não fiques com problemas de consciência…
    O debate aqui é deveras interessante. Aliás, não posso deixar de confessar que a observação do Daniel Oliveira de que “O activismo exige nomes” ficou-me a zumbir no ouvido…
    Agora é hora do almoço e infelizmente não tenho tempo para dizer de minha justiça. Aproveitarei para postar logo à noite no Activismo de Sofá sobre esta questão.

  11. Sofia, repara que tu puseste aí o nome e eu não faço ideia quem sejas, se eu puser o meu nome tu também não fazes ideia de quem eu sou. Assinar Chuckie Egg ou assinar João Silva é, para ti que lês, a mesma coisa. A questão aqui é outra, o Daniel tornou-se mediático, como já tive oportunidade de escrever quando ele destacou o nosso blog, através de um partido político e de um canal de televisão privado, pensa que se soubesse quem eu sou já poderia fazer não sei quantos telefonemas até descobrir uma qualquer história mal contada no Agito que lhe poderia servir de trunfo, assim, tem que se resumir ao debate de ideias.Pior ainda, ao apresentar essa treta como argumento, está quase a afirmar que nós o fazemos quando a verdade é que para saber de alguma declaração mais polémica dele não é preciso fazer telefonema nenhum, basta ter boa memória. Até parece que nós fomos a algum arquivo secreto buscar info dele e do tal Sales.
    Luther Blisset manda toda a teoria do “activismo leal tem cara e nome” pró lixo…
    Além disso, essa argumentação baseia-se muito na “justiça” do debate, ou seja, que eu posso assinar com vários nomes e portanto defender várias posições antagónicas entre si, só pra ganhar (o quê não se percebe, alguma bicicleta?). O que tem tudo a ver com a discussão, esta teoria de que os anónimos se escondem nas sombras das vielas e são uns provocadores capazes de tudo menos de um debate justo…Calha sempre bem tentar mostrar que os outros não são tão leais mas este choradinho não move moinhos nem comove a grande maioria dos bloggers, que com o nome lá escrito ou não, são anónimos na mesma…
    Pergunto-me se caso não houvesse nomes ou nicks nos blogues se os mesmos não teriam a atenção que têm actualmente?…lês o arrastão por ser ele a escrever?O sucesso do youtube é afectado pelo anonimato?
    há discussões que dão pano pra mangas, esta nem pra umas luvas dá…

  12. Posso garantir que quem escreveu este Post é um mentiroso, e que se esconde atrás de uma identidade que não a sua.
    Porquê?
    Porque
    EU É QUE SOU O JOÃO LUÍS PARTY PROGRAM DA SILVA!!!!!!!
    FILHO DE FLÁVIA JUSTA MEDEIROS PARTY E DE SERAFIM OCTÁVIO PROGRAM DA SILVA!!!!!!!!
    ONDE ARRANJASTE A MINHA FOTO, SEU USURPADOR DE IDENTIDADES???
    Sinto-me ultrajado!!!
    Usurpam assim o meu nome e identidade para andarem a escrever nestes sítios do demónio???
    Nunca vou gostar de blogs.

  13. Não, desculpa, o João Luís Party Program da Silva sou eu!!! Nao sei quem são esses dois e porque se fazem passar por mim…

  14. A questão já está a ser, de certa forma, aqui aflorada:
    Eu não faço posts anónimos. Eu sou o Saboteur, escrevo no Spectrum há mais de 3 anos. Quem lê os meus posts sabe bastante da minha vida e o que penso sobre o mundo. Também tenho a minha respeitabilidade e nome a manter na blogosfera!
    Não acho nada ciber-ético alguem andar a assinar posts ou comentários com o meu nickname – Saboteur.
    Fazer-me passar por outra pessoa seria grave: Assinar como Saboteur, um pretenso dirigente do BE, ispector da polícia judiciária, assessor de imprensa do Cavaco, que aproveitava-se do anonimato para dizer umas coisas, seria mau se não fosse nada disso, afinal.
    Mas, por exemplo, um gajo que tem um blog de comentário político, que trabalha para o governo (um economista que faz estudos na escola superior de Saude, p.ex) não será legitimo que assine só com as iniciais, para os colegas, os chefes, etc. Não estarem sempre a chatear ou a prejudicar, ou terem preconceitos sobre tudo aquilo que ele diz?
    Eu, quando comecei a escrever no Spectrum trabalhava num grande grupo financeiro. Alguém sabe o que é trabalhar numa grande empresa dessas? É um teatro constante. Alguma vez passa pela cabeça que um quadro discuta política? Para além do futebol só se pode falar sobre a empresa. Nada mais. Certo dia apareci na TSF a dizer umas coisas e para sempre foram piadinhas sobre esses segundos… imaginem agora que liam o meu blog. Ou me demitia, ou deixava de escrever o blog. Não havia muito mais possibilidades… que mal trouxe eu ao mundo ou à blogosfera ou ao activismo político, ter escolhido um nickname para começar a escrever um blog?

  15. Claro que não usou nada de pessoal. Usou de público. Eu sei lá se não és funcionário de um partido, se não és de uma empresa de comunicação, se não és não sei quantas coisas. Não tenho que saber. Mas tu sabes sobre mim. Ou seja, podes usar isso e eu não. Fui claro agora, ou não. Nada disto seria problema se nos limitássemos a discutir o que eu e tu escrevemos. Mas no post não fazes apenas isso. Referes-te à minha militância. E eu não me posso referir à tua. É assim tão difícil de perceber?

  16. Esta é boa, fez-me lembrar a estória de um palhaço que liderou a AE do IST até à sua falência.
    Furioso com os detractores anónimos que tinham exposto as suas mariscadas à pála da AE, começou a disparar em todas as direcções, e mandou colar pela escola fotos e descrições dos suspeitos, com o título “Eu dou a cara! Vocês não!”. E chamou ao que fez “uma lição de frontalidade”.
    João Santos Rosa hoje em dia dá a cara pelo Compromisso Portugal.
    Alguém se lembra disto? Engraçado que, tal como o Daniel neste comentário, chamava a alguns “o mais radical dos comunistas”, sem ter contudo a certeza de quem ele era.

  17. As militâncias são públicas, cada um aproveita-as como lhe aprouver para daí retirar dividendos pessoais. É isso que todas as figuras públicas fazem, aos mais diversos níveis: económico, politico, mediático, etc.
    Agora, para o caso em que não existam militâncias (de pessoas que opinam apenas com o interesse de explanar “a sua verdade” ou interpretação dos factos) fora dos interesses supracitados, o problema do anonimato não se coloca.
    Como diz o “Saboteur”: ficamos reduzidos às ideias. Podemos?

  18. O meu anterior contrato de trabalho contava com uma cláusula que me proibia di facto de fazer comentário político publicamente.
    O que aconteceu aos meus comentários anteriores?

  19. Afinal não vou postar no Activismo de Sofá sobre esta questão porque seria deslocalizar o debate. Ok, um pouco mais a sério (e já depois do debate ter adormecido…).
    Não tenho dúvidas que é mais leal, mais corajoso, mais frontal, escrever-se num blog assinando sem pseudónimos. Concordo que o activismo necessite de caras. A mudança social faz-se sobretudo com caras e as causas necessitam de nomes. Caso contrário, podem ser criticadas ou transformadas em bandeiras de maiorias anóminas ou mesmo silenciosas.
    Mas também me parece claro que a discussão saudável de ideias possa ser feita com base nas mesmas, sem necessidade de nomes. Tem é de ser feita de forma leal. Os nomes são supérfluos para o efeito.
    Relativamente à blogosfera, não tenho a mínima dúvida que seria menos sumarenta se todos assinassem com o nome. Mas também tenho a certeza que teria mais efeito sobre o mundo não-virtual se as máscaras fossem substituídas por nomes.
    Sem dramatismo, o activismo tem custos na vida de cada um. Tomando como exemplo a esfera do emprego, não podemos comparar, na prática, a liberdade de activismo de um profissional liberal, de um académico ou de um funcionário político, com a de um assalariado em muitas pequenas, médias ou grande empresas. Ou mesmo em alguns serviços governamentais. Sobretudo quando o referido activismo não se situa no insonso centrão político.
    Ideal seria que pudéssemos comparar, sem dúvida. Mas creio que tal ainda não é possível aqui no rectângulo que é Portugal. Bright side of the story: a realidade está a mudar, está a evoluir positivamente. Se poderia mudar mais depressa? Tenho a certeza que sim. Mas, para isso, em vez dos activistas mascarados e não mascarados se entreterem em troca de galhardetes, concentrem sim as suas forças contribuindo para a mudança. Aproveitando todos os espaços para o efeito. Conquistando os 95% não-activistas deste país. Não era uma má ideia, pois não?
    PS: Este final cheira um pouco a clichê, não? Ou será o comment todo?

  20. Serei a única pessoa a achar extremamente ridiculo ouvir alguém que aparece na televisão todas as semanas, e que vive disso, a queixar-se de que sabem mais sobre ele do que ele sobre os outros?

  21. Por exemplo: os dois ultimos comentários já não são anónimos ou de personagens da www. São pessoas a fazerem-se passar por outras. Isso é que acho realmente muito mau.

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