14 thoughts on “Nunca me queimei tanto como neste Boom Festival…

  1. Só fui ao boom uma vez e foi para ai em 2000, um ano antes de ir ao g8 e ter descoberto outras fontes de adrenalina. Não me lembro de muito, iamos dormir às dez da noite e acordavamos ás 5/6 da manhã para apanhar as melhores horas da pista principal. foram uns 4 dias que me deixaram um sorriso estampado na cara por um par de meses, enfim… Lembro-me de conhecer uma macedâ (macedona? uma rapariga da Macedonia) na fila para a casa de banho e de depois passar o dia a falar com ela. Ah as saudades dos meus tenros 20 anos…

  2. Eu faço isso e é mesmo o melhor. Deitar cedo, acordar às 5h45 e ver a fauna mudar lentamente dos agasalhos empoeirados para duendes em fato de banho, ao som de um trance progressivo e com o sol a subir como pano de fundo…

  3. Epá mas o pessoal era interessante, o sitio também, o ambiente colorido quando visto através das drogas também não caia mal mas o que me faz não querer voltar é mesmo o trance… e até gosto bastante de música psicadélica…

  4. Vais connosco, Tarique.
    Mas cheira-me que daqui a 2 anos será pior que este, tal como este foi pior do que o último.
    A verdade é que a massificação do boom, vai fazendo mudar o ambiente…
    Desta vez vendia-se cerveja em todo o sítio, havia mais lixo no chão, havia malta que não estava no mesmo comprimento de onda, etc.
    Deixei o meu colchão de ar numa das ‘praias’ e fui dar um giro. Ao final do dia já não estava lá o colchão. Alguém quis ter um colchão só para si. Não se contentou em usá-lo e em pô-lo no mesmo lugar. Estão a ver?
    Idem com o lixo. Como é que é possivel andar a deitar garrafas e latas para o chão quando há sacos de lixo em todo o lado? E as beatas? Milhares de beatas no chão! Só faltava agora, daqui a 2 anos, começar a haver tags por todo o lado!

  5. tu e os tags…e se daqui a 4 anos, os mesmo tags aparecerem num muro da palestina, juntos a um graffiti anti-ocupação?…se bem me lembro dos seguranças das festas de trance, e admito que nunca fui ao boom por isso não sei se serão os mesmos, suponho que não seja boa ideia fazer mais que uns tags…

  6. Lembro-me do boato, no qual na altura acreditei e hoje também, em que os organizadores tinham uma vivenda alugada ali a dois passos do festival onde guardavam o dinheiro do festivel e que era protegido por pessoal com UZIs. Não só controlavam as entradas e uma percentagem de cada bar e lojinha como tinham obviamente mais coisas à venda informalmente.

  7. Um dos problemas deste boom foi a maior dificuldade em encontrar droga. Acho que isso está de alguma forma associado à tal massificação do festival. Não fica bem para a comunicação social haver venda ambulante de LSD, MDMA, etc. Para além disso, havia à venda cerveja por todo o lado. 1 lata de Sagres, 2 Euros. Dava mais dinheiro à organização, com toda a certeza.
    Se o pessoal não arranja MD, claro está, mete-se violentamente nos copos com todos os problemas associados a isso: Toda a gente sabe que os bêbados são mais violentos, estão-se a cagar para os outros (deitam lixo para o chão e tal) e dançam mal como tudo.
    Quanto aos tags, Chuckie, repara que a tua amiga faz as cenas dela por cima dos tags. Acho muito bem. Essa canalhada egocêntrica, quando fôr o socialismo, vai ser toda posta em centros de reeducação popular.

  8. saboteur, ninguém faz um graf sem mandar o tag como ninguem pinta um quadro sem o assinar. toda a gente faz grafs por cima dos tags, já fazer por cima de outros grafs chama-se crossar e normalmente dá direito a penalização, repara que a rua não é uma galeria chique do berardo com camaras e seguranças.
    que chamas àquele “ICAHD 2008”? não é um tag mas difere assim tanto do “sporting sempre”? quando concordamos com a causa podem e os outros não?
    e os campos de reeducação têm tanta gente na fila que quando chegasse a vez da malta dos tags já não havia espaço, os primeiros pretendentes são americanos gordos, lembras-te da musica?

  9. O boom é para todas as idades. Há lá velhotes de 60 anos e mais. Gajos que apanharam toda a onda hippie já adultos. E há montes de crianças. Uma delas dizia que a musica é engraçada e as pessoas ainda eram mais engraçadas.
    A média etária estará nos 30… É uma festival de adultos.

  10. epá, eu quando fui diverti-me, mas parece que aqui o saboteur ouviu os amanhas a cantar no boom. terá sido a música, as cores e os adultos ou outro tipo de entretenimentos? è que com as devidas substâncias até as festas do palmeiras são a comuna de paris

  11. É o progresso da ciência!
    ehehe… Confirma-se que estou na fase do desmamo…
    Ontem de manhã no metro achei estranho as pessoas não me sorrirem quando eu olhava para elas. Agora, após um dia de trabalho, já estou de volta à realidade. Fica descansado.

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