Um debate pouco clarificador


O debate Louçã Vs Sócrates não foi muito clarificador, pois não? Estava à espera do melhor debate deste ciclo e afinal soube-me a pouco…
Ilistrando: Uma das situações mais irritantes foi a da auto-estrada que terá sido adjudicada por 500 Milhões de Euros à Mota-Engil e que depois a Mota-Engil aumentou o preço para o dobro.
Sócrates disse que Louçã estava equivocado e Louçã disse que nada disso. Insistiu até ao fim que 500 milhões de euros era muito dinheiro para dar à Mota-Engil do Dr. Jorge Coelho. Não se saíu dali durante um bom bocado de tempo. Parecia aqueles jogos de futebol em que se está a queimar tempo.
Isto assim não é nada. Um contrato de uma auto-estrada não é matéria de opinião. Ou é assim ou é assado. Algum dos dois não tem razão.
Espero que esta história não fique em àguas de bacalhau e se esclareça afinal o que se passou.

Judite de Sousa, para não variar, esteve fraquinha, fraquinha.

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11 thoughts on “Um debate pouco clarificador

  1. Bem pode não ter sido pa ti, mas olha que pó geral do eleitorado até foi, o Sócrates até foi esperto agitando o papão do fim dos benefícios fiscais pá classe média.
    Cabe ao BE ser inteligente e explicar basicamente, que para grandes males grandes remédios e não ter pudor em assumi-lo!

  2. não vi.
    acho que a judite de sousa prepara as entrevistas no cabeleireiro, a ler a Maria ou a Nova Gente.

  3. Eh pá!
    Por favor, Saboteur, pára de escrever posts da banhada!!!! que seca…
    Ricky, party: voltem!
    Ganda tótó… e ainda por cima sempre com a tanga das bikes…

  4. do ponto de vista do eleitorado habitualmente PS e que votaria BE este debate foi muito mau para o Louçã

  5. Concordo com o anon e com o Francisco.
    Eu acho que a proposta dos benefícios fiscais não é facilmente defensável mas é justa. Nomeadamente em articulação com outras medidas do programa que defendem maiores financiamentos e aoios por parte do estado à educação, reforma e saúde.
    Louçã teve no entanto uma dupla dificuldade: Não só a proposta não é simples, como não é popular, porque envolve uma subida de impostos para a classe média. Acho que era necessário ir à luta e assumir sem pudor que se vai aumentar impostos. Para grandes males, grandes remédios como diz o Francisco.
    O caso do PPR é o mais paradigmático. Por fazer uma aplicação de 2000 euros no final do ano, recebo de “prémio” 400 euros. A mim não me tem custado pôr esses 2000 euros de parte durante 30 anos. O BES fica com capital para investir e o Estado recebe menos 400 euros de receita. Isto é justo?

  6. Tu pões o dinheiro no BES, pá? Não tens vergonha? Os juros que recebes vêm de que guerra?
    Quanto às medidas, é óbvio. Tão óbvio que o eurodeputado Vital Moreira – deve ser de um partido radical – diz mais ou menos o mesmo.

  7. Pior que os juros que recebo, são as comissões que pago!
    Um dos projectos que tenho agora para este periodo que vou ficar desempregado é ver se consigo mudar tudo, conta, empréstimo, etc, para o Montepio Geral…

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