Tirado daqui.

4 thoughts on “

  1. Sra. Andreia Sofia Proença Ferreira Soares Cunha:
    Há gente que se intromete nesta conversa.
    Mas o meu ponto de vista é bem simples:
    por favor, ponha um ponto final nesta história. Peço-lhe. Eu já sofri o que baste com tudo isto.
    Até agora sofri e fui lesado do seguinte modo:
    a) o meu trabalho artístico (por xunga que seja!) foi usado por V. Exas como bem entenderam.
    b) Anónimos insistentemente me ameaçaram com processos, multas, indemnizações, despedimentos, tribunais, hospícios, cadeias. Isso continua documentado no meu blog e até neste vosso!
    c) Fui alvo duma queixa-crime de V. Exa! E apesar de sempre ter confirmado o carácter ficcional e poético do vídeo “os meninos do maria matos”, V. Exa. continua a vê-lo como uma “ameaça”.
    d) Passado mais de 1 mês do anúncio da desistência da queixa-crime pelo director artístico do Maria Matos, a queixa-crime, todavia, continua a seguir o seu curso.
    e) Como bem sabe, fui eu quem propus um termo de conciliação com o Teatro Maria Matos, sugerindo a eliminação no meu blog dos conteúdos que referissem o dito Teatro e os seus colaboradores assim que a queixa-crime fosse formalmente retirada. Aceitei auto-censurar-me a bem da concórdia. Mas todavia sigo sofrendo com todo este processo, porque apesar de vossas garantias eu continuo na condição de arguido.
    f) Enfim… tenho-me sentido, de há meses, esmagado por um pânico interior qualquer, uma espécie de nó que me devora o estômago e a alma.
    tenho 35 anos e é a primeira vez na vida que me vejo envolvido numa situação destas.
    A única coisa que desejo é ver terminada toda esta trapalhada. ficarei feliz se os nossos caminhos nunca mais se cruzarem. Aliás! Eles não se cruzaram por minha vontade.
    Entenda que esta recorrência epistolar é apenas o espernear do ser pequenino e mal-criado que sou. No meu delírio, imagino-me como o pobre diabo, poeta de maus versos, em luta de classes contra a grande companhia teatral.
    Por paranóia, (decerto…), ponho-me a imaginar que V. Exa. me odeia e muito gostaria de me prejudicar. Espero que não pense assim. Se o pensar, apenas me resta lamentá-lo.
    Independentemente do seu juízo, a minha garantia é certa e segura: não tenho qualquer tipo de questão pessoal consigo. Nem quero ter! Em não sei quantos anos de mútuo conhecimento nunca lhe fiz nem bem, nem mal. fomos todos bastante indiferentes, uns com os outros… e não passámos mal com isso.
    Quero esquecer tudo isto. quero seguir a minha vida, pois tudo isto tem sido duma violência psicológica imensa sobre mim. E se tanta gente comenta o meu suposto “desequilíbrio”, não sei porque hão-de duvidar do que confesso agora.
    No fundo sabemos como tudo vai acabar:
    segunda-feira, irei ter uma reunião com o meu advogado e iremos estudar a carta do DIAP. Eu irei desembolsar 200€ para uma instituição de caridade e o ministério público encerra o caso. É isso que você quer, não é? Que eu pague. Deixe estar, eu vou pagar pelo meu “crime”. Você terá a sua vingança. E eu meto esta estória no meu portefólio. Toda a gente feliz.
    E no fim esqueça-me. você e os seus, porque ambos sabemos que ninguém ganha realmente nada com estas estórias ou com outras piores por assuntos realmente graves. Felizmente, não é esse o nosso caso: a vossa peça foi um fracasso de bilheteira e o meu blog não sai da cepa torta. Pelo meio, gastámos demasiada energia nesta merda.
    De qualquer modo, não gostaria de acabar isto com a palavra merda. Volto atrás, aos tempos em que éramos todos camaradas e colegas. Vejamos bem, que você, Andreia, até conhece a “Inês” desses tempos. Dos tempos em que andávamos de megafone na mão… lembras-te da história do megafone?
    Muito honestamente, não percebi a tua atitude!
    Primeiro, nem te deste ao trabalho de me informar dos vossos planos cénicos. E se assim o tivesses feito, provavelmente, hoje éramos todos amigos.
    Segundo, na única vez em que tive oportunidade de falar contigo, olhos nos olhos, expliquei-te que estava a encenar uma representação no meu blog em protesto contra o vosso “pedro procura inês”. Disse-te isso, fui pra casa e fiz um filme. Depois passei um fim-de-semana fora de Lisboa e sem net.
    Quando voltei, tinha as ameaças, os insultos, a queixa-crime à minha espera. Não sei que proveito tiraste disto, mas a mim nada me fez feliz.

  2. não foi tirado daqui nem dali,,
    o grafitti em causa está numa parede da calçada ao cimo do elevador da Bica. Eu próprio tb o fotografei.
    Deviamos era procurar o autor para o homenagear, porque estou certo que ele foi responsável por umas boas centenas de votos a menos no espécime em causa

  3. Nepf4,Somente hoje parei verdadeiramente para frelexf5es mais profundas. Se e9 que conseguirei fazer isto. Ente3o, para escrever aqui fui consultar minhas informae7f5es.Como era cf4modo ter nossos pais filtrando as notedcias para nf3s. Ne3o acredito que eles geravam apenas a zona de conforto e comodidade, mas de uma bruta protee7e3o. A mame3e Bambi protegendo seu filhinho do mundo perverso. Elas e eles escolinham selecionavam os desenhos, novelas e seriados. Jornais, apenas de cultura. Qdo chegamos na adolesceancia para a fase adulta os filtros comee7am a ser removidos e nf3s damos os primeiros passos para o auto-conhecimento. Um exercedcio duredssimo que temos hoje, que fazer diarimaneto e nunca sabemos se estamos trilhando o caminho correto.Acho que ningue9m conseguiria imaginar que a criae7e3o da Internet fosse trazer tanta informae7e3o e fosse crescer de uma forma te3o re1pida.Hoje temos milhf5es de blogs, milhf5es de links dentro de uma mate9ria, jornais e revistas online que nos leva a milhf5es de caminhos. Se3o informae7f5es dentro de informae7f5es. Uma maluquice? Talvez! E como administrar esta loucura? Filtrando! Mas, quem pode dizer a esta pessoa que o filtro que ela este1 adotando e9 correto? Bate ente3o a paura de ne3o estar lendo o que deveria ler.Foi nos dada esta liberdade de enxergar o que e9 certo ou errado para nosso auto-conhecimento e somente cada um de nf3s podere1 descobrir.Mas tbe9m digo que os filtros que este1vamos acostumados a ter ne3o morreram e sim foram modificados. Muitos ainda em nossa civilizae7e3o 2.0, este3o em 0.0 e 1.0 utilizando os antigos filtros. Nf3s que entramos e aceitamos este TSUNAMI de informae7f5es e estamos no 2.o que adotamos a morte ou modificae7e3o dos filtros.Fae7o a seguinte pergunta: estamos preparados para a web 3.0, uma vez que ne3o estamos sabendo filtrar na velocidade exigida?A web 3.0 je1 este1 batendo em nossas porta e pronta para entrar. E nf3s seres humanos ainda precisamos de um filtro robf4 para nos ajudar, vide o Google. Mas fico pensado: sere1 ne3o somos nf3s que filtramos o Google, em vez dele filtrar?Temos que amadurecer rapidamente, mas ainda he1 dependeancia como no AA. Uma dependeancia de seguir sozinho, de dar medo. A selee7e3o ou a pre9-selee7e3o que fazemos ainda cria dfavidas na mente.Apesar do livre arbedtrio, da autonomia como nossa querida Mf4nica disse, a internet nos impf4s o piloto autome1tico, nf3s deu uma velocidade infernal e nos rouba um tempo precioso, mas sem ela ne3o estaremos bem informados. O que ente3o fazer? Apliquemos ente3o o bom senso. E este bom sendo e9 o correto?Quem disse que o que estou selecionando para entrar em um jornal e9 realmente aquilo que os leitores querem ler. Como disse a Laura.Para simplificar, muita gente aperta a tecla F e segue a vida. Ente3o qual a tecla certa que devemos apertar a DEL ou a F?Bjs

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