Novas agressões da PSP aos habitantes dos bairros periféricos de Lisboa. (Via 5dias.net)

Novas agressões da PSP aos habitantes dos bairros periféricos de Lisboa.
Porque será que o abuso da força e do poder na Cova da Moura, na Buraca ou na Arrentela causa sempre menos indignação do que a exercida no Bairro Alto, nas Docas de Alcântara ou na 24 de Julho?
Onde querem chegar com mais este obsceno convite à violência?
Hezbollah e LBC agredidos pela PSP

“Às 4:55 horas da madrugada de domingo 14 de Junho, no Parque Central da Amadora, um grupo de jovens, entre os quais Jakilson Pereira, 26 anos, licenciado em Educação Social, desempregado e candidato a bolsa de investigação, dirigiam-se para a Mina, Amadora.
Jakilson, que também é rapper e é mais conhecido como Hezbollah, agachou-se para apertar os atacadores dos ténis. De repente sentiu um automóvel aproximar-se dele. Levantou a cabeça e viu um homem com uma arma apontada na sua direcção que gritou “Caralho!” Assustado, Hezbollah correu na direcção do seu amigo Flávio Almada, 27 anos, estudante finalista do curso de Tradução da Universidade Lusófona, também rapper e mais conhecido como LBC, mediador sociocultural na Escola Intercultural das Profissões e do Desporto da Reboleira e formador musical de jovens inseridos no Projecto Escolhas do Moinho da Juventude e da Comissão de Moradores da Cova da Moura. LBC disse ao agressor: “Ele está desarmado!”, referindo-se ao seu amigo Hezbollah. Nesse momento, o homem disparou um tiro na direcção de Hezbollah. O homem estava fardado, era da PSP e tinha sido transportado para o local por um automóvel da PSP.
Hezbollah continuou a fugir e foi esconder-se por trás de um automóvel junto à Estação dos Correios, observando a progressão do agente da PSP que o procura de arma na mão. O agente detecta-o e corre na sua direcção. Sai outro agente do automóvel e ambos cercam Hezbollah. Agarrando-o sob ameaça da arma, começaram a pontapeá-lo. Chega um automóvel Volkswagen Golf preto, com dois polícias à paisana. Enquanto um dos agentes fardados algema Hezbollah, obrigando-o a deitar-se de barriga no chão, o outro polícia fardado volta a dar-lhe pontapés. Um dos agentes à paisana exclama: “Deixa o rapaz!”
Entretanto LBC tinha-se aproximado para tentar socorrer o amigo. Os polícias fardados agarram-no, deitam-no ao chão e algemam-no, pontapeiam-no e depois metem-lhe um pé sobre a cabeça e tiram-lhe a carteira e o telemóvel.
Levam-nos – cada um dos detidos no seu automóvel – para a Esquadra da Mina, na Avenida Movimento das Forças Armadas 14. Aí aparece o agente Monteiro e pergunta a Hezbollah, agarrado pelos braços por dois outros agentes para o manterem sentado numa cadeira: “Estás preparado?” e começa a dar-lhe socos e joelhadas na barriga. Hezbollah vomitou em consequência dos dois primeiros socos. LBC também é sovado. Um dos agentes comenta a certa altura: “Aqui estão os dois gajos. Qual de vocês é que tem um caso com a polícia?” Hezzbollah foi absolvido há cerca de um mês da acusação de ter partido dois dedos a um polícia, quando na realidade o que aconteceu foi que, ao voltar para casa à noite, foi cercado por vários polícias, que o deixaram inanimado, sem sapatos e sem casaco, num terreno vago, depois de barbaramente espancado, a ponto de lhe partirem a cana do nariz.
Metem-nos de novo no automóvel e levam-nos para a Esquadra do Casal da Boba, na Amadora. Depois de os encostarem a uma parede, o agente Nunes dessa esquadra dá um forte pontapé no estômago de Hezbollah, enquanto outros agentes o seguram e batem para o impedir de se encolher a proteger-se da agressão. Um dos polícias comenta: “Qualquer dia vão encontrar o teu corpo morto na mata de Monsanto”. Tiram fotografias aos dois detidos. LBC é colocado ao lado de Hezbollah e um dos polícias acusa LBC de ter em seu poder um telemóvel roubado. Ele nega e é-lhe devolvido o telemóvel, que lhe tinha sido confiscado e levado para outra sala, depois de verem as mensagens e chamadas.
Foram levados de novo para a Esquadra da Mina. Lá chegados, os detidos repararam na presença do rapaz e da rapariga com quem Hezbollah e LBC tinham trocado palavras que provocaram uma cena de socos entre Hezbollah e o rapaz, na Estação da Amadora.
Repete-se a cena de Hezbollah, ainda algemado, ser agarrado pelos ombros e braços e agredidos a soco no estômago pelo agente Monteiro. LBC interpela-os dizendo “Porque é que estão a fazer isso?” e foi imediatamente agredido a pontapé pelos dois agentes que o enquadravam.
O agente diz-lhe que vai ter de limpar o vomitado com a boca. Hezbollah recusa-se e o agente Monteiro e o agente Ferreira – que tinha tirado o crachá – Insistem: “Vais limpar, vais limpar” e, segurando-o, lançaram-no por cima do vómito e arrastaram-no para trás e para a frente, como se fosse uma esfregona, até o vómito ensopar por completo as calças, o casaco. Num canto ainda ficou um resto de vómito. O agente Monteiro pega no boné de Hezbollah e lança-o sobre esse canto e, colocando-lhe o pé em cima, esfrega-o sobre o vomitado. O agente Monteiro deixou de lhe dar socos mas passou a dar-lhe pontapés, chamando-lhe “porco”.
Os detidos ficaram ali até às onze horas e tal da manhã, altura em que lhes passaram um papel para comparecerem no Tribunal de Alfragide às 10h do dia 14 de Junho e os deixaram sair da esquadra, depois de, pela primeira vez, os desalgemarem. O documento refere-os como arguidos e acusa-os de “agressão à integridade física”, sem referir a quem.
LBC e Hezbollah passaram todo o dia de domingo nas suas respectivas casas (Reboleira e Amadora respectivamente).
Na 2ª feira apresentaram-se ao tribunal, onde encontraram os agentes Monteiro e o outro torturador, o agente Ferreira, ambos à civil. Também estavam presentes o rapaz e a rapariga com quem Hezbollah tinha trocado palavras e socos na Estação da Amadora. Os polícias deram-lhes dois chocolates Twitters. Perante isto, LBC e Hezbollah disseram no seu depoimento que um amigo deles que estava presente naquele episódio e tentara acalmar os ânimos devia ser chamado para o seu testemunho ser confrontado com o deles. A funcionária do tribunal perguntou a Hezbollah se queria um advogado oficioso e ele recusou,. A funcionária tomou nota de toda a ocorrência, e deu a ler o depoimento aos detidos, que assinaram.
O caso vai ser investigado. A funcionária recomendou a Hezbollah que não lavasse as roupas sujas com vómito.
Neste momento Hezbollah e LBC não têm advogado que os defenda e sabem que, se nada for feito para dar publicidade a esta situação, continuarão a ser alvo da brutalidade policial. Foi o que aconteceu com Tony da Bela Vista, Teti, torturado até morrer de hemorragia interna, Angoi, morto com dois tiros nas costas, PTB abatido dentro do carro, Snake, assassinado com um tiro nas costas quando conduzia o seu automóvel, Corvo, abatido com um tiro na cabeça, Kuku, morto aos 14 anos com um tiro a 12 cm da cabeça, Célé, morto com 62 balas, etc”.
Ana Barradas, dirigente da Política Operária.

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33 thoughts on “Novas agressões da PSP aos habitantes dos bairros periféricos de Lisboa. (Via 5dias.net)

  1. E aquela sensação estranha de que a vida é uma merda e de que único sitio onde ainda alguém me dá alguma atenção é num blog que o paulo sente todos os dias de manhã quando olha ao espelho?

  2. O seu problema Paulo, é que devem ser sempre as mesmas histórias que lhe deixam a pulga a morder a orelha.
    E aquela sensação de que a violência sobre os pretos suburbanos causa sempre menos repulsa do que meia dúzia de bofetadas na esquerda maionese?
    Que as próximas lhe acertem no seu lombo a ver se abre a pestana.
    Passar bem. Foda-se. Haja paciência.
    Boa cena teres dado “publicidade” ao vandalismo policial, Party Program. A ver se isto não fica sem resposta. Saudações fraternas.

  3. Lendo a estória parece-me que falta a parte 1, a parte em que o Hezzbolah terá “trocado socos ” com um casal às 5 da manhã na estação da amadora.
    A bófia, sendo bruta , vândala, e cagando de alto para a lei, não me parece ter sido aleatória. A estória não começa em “estava a atacar os sapatos e zás”.
    Eu não tenho dúvidas que a bófia é a maior merda e que a filosofia reinante é de espancar uns pretos porque dá gozo e “para eles aprenderem”. Já vi estas merdas acontecerem na minha frente. Os bófias são violentíssimos e não respeitam a lei.
    Mas que este tipo de eventos, a bófia ser chamada por um casal que “trocou socos” e agir a la Judge Dread , são algo muito distante daquilo que é implicado na introdução ao testemunho, ou seja, da conclusão política …
    quero dizer desde pequeno que me lembro de “toda a gente saber” que deve ter medo dos bófias , que te levam para a esquadra e te enfiam dedos no cú e te batem com listas telefónicas se te apanham a fazer merda (ou no meio da merda, mesmo que não tenhas sido tu a fazê-la), e eu sou um branco burguês …
    >> Porque será que o abuso da força e do poder na Cova da Moura, na Buraca ou na Arrentela causa sempre menos indignação do que a exercida no Bairro Alto, nas Docas de Alcântara ou na 24 de Julho?
    Parece-me que há uma grande vontade de arranjar exemplos portugueses para as filosofias importadas.
    Não me parece que se esteja a apertar a repressão policial nos últimos tempos ou algo assim e não é com estes exemplos que me convencem
    ps.:
    O Célé, um dos mártires referidos no texto, quantas pessoas matou? Não estava de metrelhadora na mão quando levou os tais 62 tiros?

  4. Mais uma posta de pescada aleatória “escrita” por inúteis profissionais em que as vítimas e os culpados já são antes de o serem: a conclusão recorrente é que quando há pretos e bófias existe violência racional e estatal.
    Convinha à betalhada daqui ler e passear para lá do alegre circuito umbiguista de teses e temas tautológicos. Mas força, continuem a mentir a todos e a vós próprios, pode ser que pesquem uma Ana Drago lolita.
    Viram o 7-0? Beijinhos.

  5. qualquer pessoa de bom senso percebe que ninguém pode ser metido num filme destes por andar aos socos com um gajo e uma gaja às 5 da manhã numa qualquer estação de comboio.
    Eu sei que a Ana Barradas não tem o peso simbólico de uma amnistia internacional mas não vejo em que é que a abordagem dela neste texto se diferencia dos relatórios que a Amnistia regularmente publica sobre os comportamentos da polícia em portugal. Sim, há casos de tortura, como este, sim, há impunidade, e em ligação estreita com o próprio sistema judicial.
    Lembram-se da Leonor Cipriano? Não há culpa ou responsabilidade que justifiquem a tortura. Afirmar o contrário é o mais puro nazismo.

  6. a forma de pôr a estória não favorece de facto a credibilidade que se deve pretender para a divulgação da mesma. misturam-se situações e casos que nada têm a ver uns com os outros e fica a sensação de estar imcompleta, de faltar ai mais qualquer coisa. entendo que os fascistas e racistas que acham que “o motivo dos pretos serem espancados é meramente o facto de existirem”, se alimentem destes relatos, mas dizer isto é focar a questão no pormenor quando o pormaior é que temos uns criminosos que actuam em bando, a coberto de uma farda e de um titulo de “autoridade”, e espancam e torturam e matam e se vão encobrindo uns aos outros. é que estes fdp não actuam escondidos nem levam as pessoas para locais às escondidas. eles espancam em jardins e praças públicas e torturam e humilham nas esquadras. qual é o espaço seguro que sobra às pessoas? que nos salva dessa máfia? é que pode-se tentar acreditar que são uns poucos e não fazem a face da policia, mas como é possivel acreditar nisso quando é na casa deles que eles mais impunes são e mais bárbaros conseguem ser com todos eles a assistir e a ter conhecimento, logo a ser cumplices? foda-se é que dá para meter medo de facto e esse deve ser o objectivo final.
    realmente o “no justice, no peace” é o que sobra disto tudo e depois admirem-se..

  7. Na minha opinião o comentador “Areia” está coberto de razão, a polícia portuguesa comporta-se como um gangue que actua com total impunidade. Aliás, desde que me lembro, os mitras mais violentos na juventude são aqueles que passado uns anos, depois de um giro pela tropa, vão engrossar as fileiras da polícia, tentar ser SI’s para baterem à vontade.
    Não obstante, este exemplo, escrito como está, não ajuda nada. Perde-se tempo a tentar misturar tudo para justificar o tom de luta de classe.
    O que fica deste relato, para quem o lê, e que sabe bem que a bófia tortura nas esquadras todos os dias, é que isto só é importante para aparecer nos blogues e revistas quando a vítima é um rapper negro mais ou menos famoso. O que o artigo tentava mostrar não era exactamente o contrário?
    Para mim, que desde que me lembro vejo gente a ser brutalizada pela polícia só por ter mandado uma boca, ter sido confundida com outra pessoa, ou por estar perto de confusão, este destaque dado a uma consequência de pancadaria com um casal parece-me como diz o outro muita vontade de encaixar exemplos portugueses em teorias importadas.
    Com a bófia a torturar todos os dias, só é notícia quando mete alguém do moinho da juventude.

  8. A polícia portuguesa tem fraca preparação e não está, na sua esmagadora maioria, em condições de policiar seja o que for.
    Isso é visível com mais clareza nestes exemplos, em que cidadãos são espancados por polícias (diz o anónimo das 3:36 que esses cidadãos espancaram primeiro um casal. Mesmo que seja verdade, espero que não tenhamos que ir ao B-A-BA do que é um Estado civilizado e democrático para dizer que isso não pode funcionar assim), mas é também visível em inúmeras situações quotidianas que todos nós já vivemos.
    A culpa não é dos polícias, claro. São problemas profundos e complexos, ligados à falta de formação, falta de cultura, falta de qualidade das chefias e até falta de respeito pelo próprio trabalhador-polícia, obrigado a fazer dezenas de horas semanais num trabalho ultra-desgastante e stressante… é claro que não ficam bons da cabeça.
    O facto de abusos como este não serem exemplarmente punidos (não com mais pancada para cima dos polícias, tenho de explicar ao tal anónimo das 3:36, mas com suspensão dos agentes, obrigatoriedade de formação e de acompanhamento psicológico e, naturalmente, indemnização das vitimas), dá um sinal muito negativo para toda a organização policial e contribui para agravar o problema.
    Pior: Neste caso ainda não sabemos o que vai acontecer. Mas noutros semelhantes, a hierarquia policial protegeu de forma inacreditável estes comportamentos ilegais contra os cidadãos. Alegaram que determinado indivíduo
    “caiu das escadas”; “agrediu-se a si próprio na cela”; etc, etc… Aqui o sinal negativo é ainda de maior intensidade. A cultura que se cria na Polícia é que para se fazer a tarefa é necessário bater, infringir todas as leis e depois ainda mentir descaradamente à sociedade. É a cultura de que o inimigo somos todos nós e eles são quem nos castigam… Muito grave… sobretudo tendo em conta que eles andam todos armados e que, neste caso, não temos ninguém que nos acuda… o que fazer quando estamos a ser agredidos por um polícia (verbalmente ou por actos)? Chamar a polícia?

  9. #316 | Another day, another migrant killed by the police in Greece
    Saturday, June 19, 2010
    Corporate media report that two Algerians were chased by the police at the beach of Kineta, in Attica, near Athens. The two were had been suspect of carjacking. While the one of the two was arrested by the police, the second threw himself into the sea in order to escape – and drowned.

  10. Ascaso, então o inocente cidadão que apenas quiz passear na viatura alheia, atira-se ao mar a fugir da polícia e são estes os responsáveis pela sua morte?
    Eu cá tenho uma velha máxima, e perdoem-me a linguagem, mas é bastante fácil evitar brutalidade policial, basta não fazerem merda!

  11. Ridicula esta “versão dos factos”
    Pretos pretos preto do caralho!
    Vai tudo corrido de Portugal! tudo daqui para fora, a criminalidade caía em flecha.

  12. não esquecer: o bom nazi é o nazi morto!
    ó saboteur quando dizes que “A culpa não é dos polícias, claro. São problemas profundos e complexos…” estás a ser irónico ou nem por isso? é que não alinho nem um bocadinho nesse discurso da desculpabilização dos policias. sejam quais forem as condições em essa “classe” trabalhe, nada justifica a tortura e esse tipo de práticas. há sempre um momento na vida em somos postos à prova e ai é que se vê os verdadeiros bandidos ou não. os policias devem ter momentos desses praticamente todos os dias e se se revelam como animais (não desfazendo nos ditos) é uma opção ou se quiseres uma tomada de posição.

  13. Não os desculpo individualmente, areia. Concordo com o que dizes. Aliás, até acho que deveriam ser exemplarmente punidos (e não estou a defender, obviamente, que levem umas bofetadas, mas que se comece a cumprir a lei).
    O que queria dizer é que, embora ache que instituição polícia está estruturalmente numa situação muito má, devido a problemas profundos e complexos, ainda assim, não faço generalizações… ou não digo que a culpa é de haver polícia… Não me quero confundir com certa anarqueirada, não sei se me estás a ver…
    Eu próprio já recorri à polícia (por acaso sem nunca ter tido grande ajuda por parte deles), quando fui assaltado ou quando um polícia me tentou extorquir dinheiro.

  14. A autora não se fica por menos “Dirigente da Luta Operária” dá vontade de rir… Por momentos lembrei-me do ” camarada Arnaldo Matos” Grande Educador e Dirigente da Classe Operária”, pensei que tinha recuado no tempo.
    A descrição das “coitadas vitimas”, esclareceram-me, são doutorados, encanunados, gente bem, artistas, fina flor do entulho, a quem tudo é permitido e Deus me acuda se alguém aborrecer estas iluminadas persongens.
    Tem juízo pá e deixa-te de tretas. “Dirigente Operária” ???

  15. LOL!
    Convém esclarecer que Politica Operária é uma revista e portanto, a Dirigente da Política Operária é da Direcção da revista e não outra coisa qualquer.
    Sobre a questão dos “doutorados, encanunados, gente bem, artistas”… achei curioso que uma certa linha de ataque da extrema-direita seja tão parecida com outra que tantas vezes aparece neste blog, vinda da chamada looney-left.

  16. Não é tanto uma queixa, mas sim o sublinhar de uma evidência, que tem todo o interesse político… Pelos vistos acertei na mouche. 4 minutos, foi quanto levou a picar-se o anónimo!

  17. é só santos e a poliícia é so PIDES… e se fosses pro caralho minha granda vaca?

  18. “Palhaços”: ninguém diz que “É só santos” e também não digo que a polícia “É só PIDES”.
    Precisamente o meu ponto é que pessoas como tu, por exemplo, que agridem outros cidadãos, devem ser punidos de acordo com a lei e não com excessos inadmissíveis como os que foram utilizados contra o Hezbollah e outros. Mais: que esses excessos, quando vêm da própria polícia, que era suposto proteger os cidadãos, são ainda mais graves e devem ser levados mais a sério e não devem ser encobertos ou minimizados pela sociedade.

  19. Pessoal qual o estádio (clube) em Portugal que é mais racista?
    Benfica?

    Ou Sporting ou o Porto?

  20. a propósito, recomendo a leitura de “os filhos do meu bairro” de naghib mafouz.

  21. Retrato fiel do que é a maioria dos “nossos” polícias.. um bando de vadios assassinos, imunes a condenações por abusos, sempre cobertos por chefias e juízes amigos. Qualquer pessoa que tenha sentido de justiça sabe o que há a fazer face a criminosos (“comuns” ou com lapela ao peito).
    Não haja a ilusão de que a maioria dos polícias é bem comportada e tem boas intenções de serviço público (tal é incompatível com a noção mesma de monopólio da força – esmagando resistências aqui e ali ao monopólio). São canalhas imorais, que merecem uma só resposta.

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