11 thoughts on “12 de Marzo siempre!

  1. A resolução para a vossa crise já foi descoberta há muito tempo: chama-se liberalismo e resultou sempre que foi aplicado devidamente com liberdade (aqueles países onde se vive melhor, não sei se estão a ver) num fantástico aumento da qualidade de vida de todos e cada um dos seus beneficiários.

  2. “A tal geração não é espontânea. É produto de escolhas feitas pelas anteriores. Por exemplo: quando passámos todos estes anos a viver à grande e à francesa, é óbvio que estimulámos um ilusório clima de bem estar. E quando fornecemos à tal geração diplomas para trabalhar em cenários inexistentes, por que haveríamos de esperar gratidão?
    Sei bem que nesta história não há inocentes. Dei , durante muitos anos, aulas no ensino superior privado. Conheci a indigência intelectual e o novo-riquismo de pechisbeque de muitos elementos da tal geração. Acontecem duas coisas: estes moços não são todos iguais e, ainda que fossem, a responsabilidade seria sempre do mais velhos. Dos instalados, como eles, mal ou bem, lhes chamam.
    Um sintoma de enfraquecimento do laço social é o da fractura temporal. Não me refiro a costumes, bandas de música ou roupas. Falo de uma fractura mais reptiliana. A tal geração já não quer, como as anteriores, mudar o mundo dos mais velhos. A tal geração quer um mundo igual ao dos mais velhos.”

  3. O que é que isso interessa, ó anónimo? Comentários sobre a vida privada alheia também no Spectrum, não vos chega a Caras?

  4. Conta lá Paulo, acho que já nos conhecemos há algum tempo, apesar das nossas diferenças podes encontrar no spectrum um ombro amigo. Eu também tenho andado um bocadinho triste se queres que te diga.

  5. Bem vês, Paulo, que grande parte do problema está neste plural quase majestático:”passámos todos estes anos a viver à grande e à francesa”.
    O facto de o cenário mediático (a “opinião pública”) ser completamente ocupado por pessoas que se revêm nessa afirmação não altera o dado essencial de 1 milhão de portugueses viverem abaixo do limiar da pobreza e muitos mais viverem apenas com o mínimo essencial. E uma verdade desse tamanho não se esquece a ler os textos do Henrique Raposo ou a ouvir as afirmações do professor marcelo.

  6. Rick, diz aqui à malta como é que se calcula o limiar de pobreza (suponho que saibas). É que, repara, eu gostava de estar no limiar de pobreza dos habitantes de Singapura. Já agora, o que compõe o “mínimo essencial”? Há um milhão a viver abaixo do limiar de pobreza e mais do que um milhão apenas com o mínimo essencial? O mínimo essencial é superior ao limiar de pobreza? Parece que estás a debitar palavras sem lhes compreender o significado…

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