Dá-lhe Falâncio!

Depois desta manifestação, quem é que tem coragem de dizer que «vocês nem percebem quando estão a ser gozados» , quando se fala dos Homens da Luta?

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18 thoughts on “Dá-lhe Falâncio!

  1. Os homens da luta contribuiram para que esta manifestação fosse uma manif claramente politizada à esquerda

  2. Não foi só o Paulo a dizer isso. Essa conversa já foi papagueada dos opinion makers oficiais

  3. Não sei se formularia assim a questão.
    Mas acho os gajos uma tristeza. E que apenas se preocupam com a sua presença mediática, nada mais. E tenho pena que a sua presença tenha sido tão notada na manifestação. Lamentável.
    Não sabia era que se tinha de ter coragem para discordar de uma tese qualquer, do saboteur ou de outrém.

  4. Depois de grandes conversas para ver quem ia aonde na manifestação passa a carrinha do anormal do jel com seguranças a afastar as pessoas aos empurrões e atrás uma manada de anormais a seguir o palhaço. A impressão que fica é que os homens da luta são uns filhos da puta.

  5. realmente a própria ideia, repetida até à exaustão, de que a luta é festa e alegria e o caralhinho da felicidade chega a ser ofensivo.

  6. Parceu-me que ajudaram a tornar ambiente mais numa coisa tipo “concerto de massas”/”meia maratona de lisboa” do que numa manif. Os seguranças também me fizeram bué impressão. E a quantidade de voyeurs no rossio…

  7. Ah houve uma manifestação? Eu parece que o que vi foi uma parada com concertos e assim … um sinal que vêm aí muitos anos de mais do mesmo (talvez com um bocado mais de festa e copos para esquecer … menos mal)

  8. Pois eu acho que estão a exagerar, a começar pelo próprio o numero de pessoas que foi tocada pela cena.
    A manif foi gigantesca. mesmo que os homens da luta (e outros artistas que iam na carrinha – Fernando tordo…) mobilizasse 5 mil pessoas à roda deles (são assim estes fenómenos de massas, camaradas…), havia mais 195 mil que não estavam ali a acotovelarem-se para ver o jel em acção. Eu próprio andei à procura da carrinha para me encontrar com alguém que estava lá ao pé, fartei-me de andar, e naquele mar de gente, só dei por ela quando ela passou à frente, como o PP referiu.
    Depois, o jel pode não ter a consciência e a reflexão política tão solida como a dos meus amigos (sendo no entanto tudo isso discutível… por exemplo “economia é a tua tia”? “Quero ser feliz”? “capitalism is boring and i’m loving it”? “Luta é alegria”? Qual destas palavras de ordem – algumas empunhadas por amigos meus – me faz mais confusão? havia muito para dizer…), mas é natural que numa coisa destas haja vários níveis de consciência e o discurso dele tem conteúdo político que não se confunde com a direita (“maçonaria a andar, queremos trabalhar”, “o estado engorda e o povo emagrece”, “o meu inquilino paga 250 euros de renda e eu 280 de IMI”), e se calhar consegue atingir melhor e ser mais eficaz junto de certas pessoas do que palavras de ordem mais elaboradas como “uma outra crise é possível”…
    O próprio processo de luta é um processo de aprendizagem colectiva, acho eu, e os homens da luta também “cresceram” nesta manif, tal como muitas pessoas que lá foram e que pela primeira vez participaram numa coisa destas.

  9. – os homens da luta só têm aquele palco por causa da sua notoriedade da tv do que por qq processo político que tenham passado;
    – elogiar homens da luta só porque terem palco e nele dizerem cenas de “esquerda”, quando esse palco é fabricado pela pior caixinha de horrores a que temos direito…
    – os homens da luta começaram por gozar com a cena, viram que era um filão, e qualquer dia estão a escrever o hino do psd (o que é que isto me lembra?);
    – os homens da luta servem para galvanizar as massas, pois sim, mas para que elas fiquem ali entretidas e com frases vazias e priris e não com a destruição do que seja que nos faz mal;
    – os homens da luta tocam mal;
    – os homens da luta cheiram mal.
    quanto à economia e a respectiva tia até posso tentar defender a palavra de ordem, como defenderia estes economistas para quê que já vi o saboteur utilizar, mas o melhor é perguntar a quel escreveu essa frase que creuio que ainda não botou aqui faladura. é que essa coisa de usar como argumentos outros argumentos de outras pessoas só porque nos parecem proximas de quem estamos a criticar, aqui não serve: isto não é um partido comunista, nem qq outro. quanto muito é invisível, por isso não criticável :P
    os

  10. A Introducção dos “Comentários à Sociedade de Espectáculo”, é dedicada a gajos como o Jel.
    Um cabrão que lê os situas, para conhecer melhor as linhas com que se tece o espectáculo, mas não para o derrubar, e sim, para o utilizar em seu próprio proveito…
    Usar técnicas situacionistas, para o seu enriquecimento pessoal, à sombra do Sr. do Bolo, é pura e simplesmente asqueroso.

  11. Paradise: “essa coisa de usar como argumentos outros argumentos de outras pessoas só porque nos parecem proximas de quem estamos a criticar, aqui não serve: isto não é um partido comunista”. ???!!!
    Nem sei do que estás a falar. Não te via tão agressivo aqui no blog desde… o teu ultimo post.
    Estou só a opinar que “economia é a tua tia”, “Quero ser feliz”,”capitalism is boring and i’m loving it”, “Luta é alegria”, são exemplos palavras de ordem que “têm que se lhe diga”, como quem diz: até podem ser despolitizadas e inconscientes, ou, pelo contrário, quererem dizer muito e quem as escreveu saber muito bem o que queria atingir com aquilo. Portanto, que fique bem claro, que não te queria atingir a ti ou a alguma coisa nem transformar o blog num partido comunista nem sequer apelar ao voto no Alegre.
    Já agora (e como tens tanto gosto pelo confronto) parece-me que “estes economistas para quê?” é uma frase bem mais directa de critica aos economistas, às suas receitas da moda, à própria forma de como a ciência, o seu ensino, a sua investigação, anda pelas ruas da amargura. Já “economia é a tua tia” tem menos contacto com tudo isto, parece-me.

  12. “A luta é alegria” faz-me lembrar aquela outra: “A revolução começa na cama”

  13. Para quem tem uma cultura pouco televisiva, conhecendo portanto os homens da luta, da rua, presumo, o Sr. do Bolo é o Sr.Francisco Pinto Balsemão. O único português que participa todos os anos no encontro da Bielderberg (Nato civil), e lá leva de mão dada todos os anos um promissor ministro, ou afim.
    Se vir o video que deixei, perceberá, que a alcunha provém da participação de Bruno Nogueira, durante um aniversário da estação de tv propriedade do dito.

  14. O meu muito obrigado a todos por terem evitado que eu me tivesse de dar ao trabalho de me pronunciar. É a mão invisível…

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