Austeridade – É preciso fazer um desenho?

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A Gui Castro Felga dá a todos o desenho do problema e da solução com a sua arma de distribuição maciça. Indicado especialmente para os que ainda não perceberam.
Para aqueles que já tinham percebido o ‘panfleto-brochura para jovens’ é também bastante interessante.

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8 thoughts on “Austeridade – É preciso fazer um desenho?

  1. Pois…
    Se o voto resolvesse alguma coisa.
    Portugal estava óptimo
    Não era?
    Essa relação de proporcionalidade directa entre % de votos e o “estado das coisas” é um raciocínio bestial!
    Vai mesmo resolver tudo :-)
    O que resolvia era que a abstenção ou voto branco começasse a contar cadeiras no poleiro do Parlamento… aí que os partidos do CDS ao BE ficavam à rasca, quando começassem a sentir as cadeiras vazias ao lado e o vazio em que tomam decisões pelos outros…
    Ah, aí é que tinha piada atingir aquela linha imaginária do gráfico, no dia em que o ridículo do que consiste o acto de votar e despejar na urna a tua vontade de participar, fosse visível!
    Isso é era bestial, não era?

  2. =) pois, se contassem os votos branco e nulos era toda uma outra conversa. mas não contam. e parece que vem aí o FMI – a direita vota sempre.
    … a linha é imaginária porque pelo menos eu hei-de ir votar sempre. e o saramago tb votava… ;)

  3. Também sou dos que voto sempre, porque na presente situação, realmente, parece-me que a abstenção não serve para nada. Agora, também, a ultima legislatura mostrou que 20% de votos no PCP e BE não serviram também para muito, muito… :\ Talvez quando chegarem aos 40%…

  4. Exacto Saboteur, exacto.
    Qualquer dia temos de fazer uma manif à porta do Be e do Pc para eles também acordarem. O problema do esclerosamento dos partidos não termina nos 3 do costume.

  5. Foda-se ! Quando chegarem aos 40% ?!
    Não é aos/às que estão (ou que querem estar) no governo de fazerem alguma coisa, é a todo/as o/as outro/as.
    É realmente muito giro querer convencer as pessoas a votar para depois os eleito/as poderem decidir por elas o que é melhor.
    Não votar é já 1 acto politico em si, e n me digam que o voto conta + que o não voto. “A direita vota sempre”.. Como se não houvesse outra hipotese que a democracia representativa.
    E algo que não tem muito a ver, viram o que se passou ontem (e continua hoje) na Grécia ?

  6. Uma ditadura, Malvina? Daquelas que havia antes da queda do muro de Berlin? Com assassinatos e presos políticos? Que fixe, Malvina.

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