Mais imagens de Setúbal 1º de Maio

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6 thoughts on “Mais imagens de Setúbal 1º de Maio

  1. o que se vê aqui é os monos-tadinhos a defenderem-se do ataque brutal dos anarquistas-mauzões. perante tanta violência dos papões mauzões é óbvio que os inocentes amiguinhos do povinho iriam responder ao tiro e á pancada.
    isto só demonstra que além de criminosos são maricas e provavelmente como não estão habituados a quem lhes responda borram-se todos e não sabem reagir como homenzinhos reagem com agressões bárbaras que as fardas lhes permitem.
    sem farda não são nada, são merda.

  2. epá esta coisa do 1º de maio já enjoa.
    não têm vídeos de gajas nuas?
    podem ser gajas nuas no 1º dia de maio.

  3. A – Manifesto contra a desilusão e a indiferença! Pela confiança em nós próprios!
    Uma maré negra de diversos tecidos pinta janelas e estendais de todas as ruas
    portuguesas, em sinal de luto, pela Liberdade.
    Amigos e Companheiros,
    Quantos de nós vendo a situação política e económica portuguesa se sentem revoltados ao
    folhear um jornal, ou a ouvir e ver notícias, na Rádio e na Televisão?
    Quantos não se sentem agora representados pelos partidos em que votámos anteriormente, mas
    que frustraram todas as nossas expectativas?
    Quantos de nós estão fartos do PSD e do CDS e do actual governo do PS, que voltou a
    conseguir ser uma Direcção no seu Partido, contra todas as expectativas e esperanças?
    Quantos de nós ficaram completamente decepcionados e à beira do vómito, quando perceberam
    que, dentro do PS, não havia ninguém que avançasse contra Sócrates? Quando vimos os
    preitos de vassalagem de Manuel Alegre e Ferro Rodrigues? Quando nos disseram que o
    tinham feito porque, apesar de tudo, era ele que podia garantir ao PS uma melhor votação? E
    que isso era melhor do que o Poder passar para a Direita, quando todos sabemos que a futura e
    mesma política governativa, imposta pela ‘Troika’ e aceite pelo PSD, pelo PP e pela Direcção
    do PS, vai ser posta em prática, por qualquer das coligações que possa resultar das próximas
    eleições?
    Caros companheiros do PS e seus eleitores habituais, onde ficou a premissa de que uma
    posição partidária não se deve sobrepor à consciência nacional? Ficou-vos alguma réstia
    de vergonha, depois de terem reconduzido, à possibilidade de poder, um homem que nos dava
    uma notícia boa, em cada 2ªF, para ser sempre desmentida, pela realidade ou por fontes mais
    fidedignas, à 5ª ou à 6ª?
    Eram mentiras, ou incompetência? Tanto faz. Cheira mal!
    Estamos a falar do político mais hábil da sua geração. Mas não podemos enfrentá-lo? Onde
    se situa agora a honestidade intelectual dentro do PS? Estão, ou acham-se velhos, para
    enfrentar tal combate? Ou são todos ‘boys’, agarrados a um ‘tacho’?
    Não sabemos. Mas deixam-nos um legado de traição quando, na vossa tradição, devia ser uma
    mensagem de Liberdade.
    E vamos voltar a aturar a beatice teatral de Paulo Portas e o seu populismo de beijinhos nos
    velhos, nas crianças e nas varinas, quando toda a gente sabe que por trás do PP estão os patrões
    de baixo nível, aqueles que compram um Ferrari, assim que ganham algum dinheiro, em vez de
    inovarem as suas empresas?
    Ou a ignorância indesmentível de Passos Coelho que vai provavelmente perder as eleições, por
    dar permanentemente ‘tiros-no-pé’, apesar de ter, à partida, todas as vantagens, para as ganhar?
    E o Fernando Nobre? Também não nos desiludiu a todos?
    E quantos de nós votam cada vez menos, ou nunca votaram, como muita gente
    da ‘Geração à Rasca? E quantos acham que é este o nosso ‘fado’, aquele destino infeliz a
    que não podemos escapar, em que uns nascem ricos e outros pobres, uns felizes e os outros
    próximos da desgraça!
    Nós, os subscritores deste Manifesto, acreditamos e desejamos, que o conjunto de todos nós
    possa mudar Portugal. Queremos, primeiramente, enviar uma mensagem de força a toda a
    sociedade:
    Que todos os que estão insatisfeitos com este Governo e com José Sócrates; com o CDS e
    o PSD; com as negociações com o FMI e o conjunto da tal ‘Troika’; tendo, ou não, opções
    partidárias, ponham uma peça de roupa negra, nas suas janelas e estendais. Queremos
    cobrir o país de símbolos negros, contra o regime! Fazer uma espécie de ‘Referendo’ e
    mostrar que nós, os insatisfeitos, somos muitos. Muito provavelmente, uma maioria.
    Queremos mostrar o nosso Luto por Portugal! O nosso luto pelo Estado Social! O nosso Luto,
    por palavras que foram desvalorizadas, como: Democracia, Liberdade, Cidadania, Civismo,
    Socialismo, etc.
    Porque estamos a morrer, em mentira lenta, antes de viver a sério!
    E queremos também ir à próxima manifestação da CGTP, no dia 19, de T-Shirts ou
    braçadeiras exactamente com o mesmo significado.
    Devemos ir lá todos, apesar de sabermos que os sindicatos estão um pouco esclerosados e que,
    estas manifestações, são demasiado convencionais, como se quem lá vai, tivesse essa obrigação.
    Nós, não. Iremos integrá-la e trazer-lhe esse luto, mas também essa alegria de viver que ainda
    nos resta.
    E por falar neste assunto recusamo-nos a perceber uma profissão que se defina como ‘Político’
    e outra, como ‘Sindicalista’. Em ambos os casos devemos defender um número máximo da
    mandatos, para evitar caciquismos e burocratas ensonados, mesmo através de eleição.
    Núcleo de Intervenção Cívica
    Continua…
    ………………………………………………………………………………………………………………………..
    B – Mas não há qualquer coisa que ainda nos chame a todos a atenção, nas
    palavras ‘Solidariedade’, ‘Inconformismo’ e ‘Revolta’? Há, ou não há?
    Ainda percebemos, ou não, que podem existir outros caminhos?
    Para além dessas primeiras ‘Manifestações de Desagrado e Luto’, com o negro bem à
    vista, queremos que o Bloco e a CDU façam um protocolo pré-eleitoral, em que se forem
    maioria, no conjunto das suas votações, irão constituir um Governo de Esquerda.
    Sem nós, os dissidentes, os desiludidos, os apartidários, os que já não votam e os que nunca
    votaram, este resultado foge completamente à realidade. Contudo, connosco, se todos formos
    votar nos mesmos 2 partidos é matematicamente possível a vitória. E queremos, ou não,
    evitar uma existência de carneiros, destinados ao sacrifício?
    Para votarmos, na CDU ou no Bloco de Esquerda – tanto nos faz – queremos que esses
    partidos combinem e contactem, desde já, um futuro primeiro-ministro independente,
    à sua direita (para nós, pode ser a Arqª. Helena Roseta, ou outro alguém com coragem,
    honestidade e capacidade de ruptura), mas que forme um Governo de que façam parte
    Independentes, mas em que o Bloco e a CDU fiquem realmente em maioria.
    Queremos um governo e pessoas honestas e audazes que estejam dispostas a subscrever
    algo de próximo do seguinte Programa Mínimo (é para ser desenvolvido por técnicos
    das várias áreas, que nós não somos, nem queremos aparentar ser, mas sobre o qual temos
    algumas, talvez poucas, ideias, como segue):
    1.
    Renegociação dos acordos com a ‘Troika’.
    Nós queremos pagar, mas, se querem receber, têm que nos deixar estabelecer o ponto da
    situação. Vai ser como nós pudermos e sem haver acréscimo de desemprego, nem crescimento
    de encargos para os mais desfavorecidos.
    Queremos recuperar a Economia e voltar a produzir a sério, com intervenção estatal, muito
    possivelmente contra todas as normas da CE e do €uro, e correndo talvez o risco de sermos
    expulsos, mas protegendo novos projectos, implementado um nova ‘Lei das Sesmarias’, em
    que preferimos ser multados pela CE, do que não produzir e em que sustentemos um preço de
    compra mínimo aos produtores, quando tal for necessário.
    Arranjaremos certamente nos ‘Países em Vias de Desenvolvimento’ quem precise de leite em pó
    ou condensado, bem como de outros géneros.
    2.
    Serão estabelecidos, de imediato, contactos com a Irlanda, a Grécia, a Islândia e
    todos os outros países europeus de economia periférica, para vermos o que podemos
    fazer uns pelos outros. Vamos explicar a todas essas nações, de economia pouco sustentada,
    que já entraram na CE, ou na zona €uro, ou que estão a negociar essa entrada, o que lhes pode
    acontecer, após um período relativamente curto de euforia.
    De facto, as medidas de austeridade impostas agora a Portugal, nunca serão implementadas para
    a Espanha ou para Itália, por bem pior que seja a situação financeira destes países, porque os
    seus mercados são demasiadamente importantes para as potências dominantes da CE.
    3.
    O pagamento de mais de 3.000€ de pensões mensais individuais, reverterá, de
    imediato, a favor do Estado (valendo o mesmo para pensões acumuladas).
    4.
    Qualquer ordenado de Gestores Públicos, superior, ao de Presidente da República,
    reverterá, de imediato, para o Estado.
    5.
    Será implementado um imposto sobre as Grandes Fortunas (trata-se de um esforço
    patriótico a prazo, e não de uma condição para ficar estabelecida para sempre).
    6.
    Ninguém, mas mesmo ninguém, trabalhando por conta de outros, poderá ganhar
    mensalmente mais de 12 salários mínimos. O excedente reverterá para o Estado, através
    do IRS, que deixará de funcionar por escalões, mas aplicado, caso-a-caso, de acordo com
    este princípio.
    7.
    Todos os ‘Institutos’, ou empresas de Consultoria, que trabalham para o Estado, e
    em que Funcionários Públicos sejam maioritários, serão extintas. Esses Funcionários serão
    encarregues de desempenhar o mesmo que faziam até aqui, mas dentro do Funcionalismo
    Público a que pertencem e com os ganhos correspondentes às suas reais categorias
    profissionais.
    8.
    É obrigatório fazer com que Caixa Geral de Depósitos possa criar melhores
    condições do que quaisquer bancos privados para as empresas de exportação e para todas
    as actividades produtivas.
    Também contra as instruções da CE, o Estado deve arranjar formas de subsidiar essas
    possibilidades.
    Núcleo de Intervenção Cívica
    Continua…
    …………………………………………………………………………………………………………………………………..
    C – Entretanto, nós, os criadores deste manifesto, propomos a toda a gente, que transfira
    as suas poupanças, ou contas-ordenado, etc., para a Caixa Geral de Depósitos, o Montepio
    Geral ou as Caixas de Crédito Agrícola.
    Vamos penalizar a Banca Privada, sobretudo aquela que se encontra ligada a escândalos
    de corrupção. E vamos deixar falir os bancos que não se aguentem neste ‘reviralho’ (pensamos
    que em sua defesa virão os actuais credores externos).
    As pequenas poupanças, desde que mudem, desde já, não serão gravemente afectadas, porque
    os juros são muito baixos, e os grandes investidores serão certamente penalizados, mas
    eventualmente já lucraram muito com a sua actividade financeira.
    Todos gostamos das posições do Mourinho e do Cristiano Ronaldo no futebol, mas nada nos
    obriga a seguir as suas recomendações noutras questões.
    É pouco, sabemos, como programa de governo, mas certamente que a CDU e o Bloco, bem
    como esses independentes que gostaríamos que ali estivessem representados, têm a gente certa
    para corrigir e alargar as nossas ideias, mantendo o seu espírito de base.
    Mas precisamos de abandonar a nossa letargia, as nossas ganzas, o futebol, a música e,
    sobretudo, o nosso desalento, e colocar os tais símbolos negros bem à vista e, depois, ir votar!
    Queremos ouvir as vossas opiniões sobre este ‘Manifesto’ nos espaços públicos de opinião,
    redes sociais, etc, e que o reencaminhem para todos os vossos amigos e conhecidos por
    email.
    Núcleo de Intervenção Cívica

  4. Acho que a verdadeira união da esquerda é uma utopia ó gajos do NIC. Um pacto de não agressão ainda se consegue. Agora é verdade que muitas dessas medidas têm que ser implementadas. Acho duvidosa a escolha da Helena Roseta. Agora, que não há ninguém com tomates no PS, isso é bem verdade. É escandaloso. E só com o PS na jogada – o de esquerda, digo – é que poderíamos ter um governo capaz de defender posições dessas.

  5. “É frequente ouvir, nas mais variadas situações, discursos inflamados, repletos de ironia e sarcasmo, que procuram ridicularizar aqueles que procuram o lucro. E são aplaudidos de pé, como se algo de extraordinariamente belo ou correcto tivesse sido proferido. No entanto, aclamar tais discursos é semelhante a aplaudir um discurso que argumente a favor do retorno à barbárie: nada mais demonstra do que um profundo desconhecimento da função do lucro e do seu papel na evolução (alguns diriam progresso) da humanidade.
    Antes de mais convém definir a origem do lucro. Usando as palavras de Ludwig von Mises,
    “What produces a man’s profit in the course of affairs within an unhampered market society is not his fellow citizen’s plight and distress but the fact that he alleviates or entirely removes what causes his fellow citizen’s feeling of uneasiness.” [1]
    Contrariamente à crença popular, o lucro não representa algo que foi “retirado” do rendimento de outra pessoa: tal seria verdade se o total de riqueza ao longo do tempo fosse estático e variasse apenas a distribuição de rendimento. No entanto, a economia assume variações (positivas e negativas) de crescimento real – ao longo do tempo a quantidade absoluta de riqueza irá alterar-se. Numa economia em crescimento, o lucro representa parte da variação de prosperidade gerada, e não uma alteração na distribuição de rendimento.
    O lucro tem origem, isso sim, na correcção de imperfeições dentro de uma sociedade. Estas imperfeições, que representam necessidades não satisfeitas nos consumidores, quando identificadas, representam oportunidades. Os empresários, usando bens de capital que não estavam a servir propósitos produtivos, procuram satisfazer as necessidades mais urgentes do modo mais eficiente e rápido possível. Claro que isto não é uma ciência exacta: a antecipação das necessidades, a disposição de recursos no processo produtivo, a procura de maior eficiência; tudo corresponde a possibilidades de sucesso, mas também de fracasso. E quando um empresário não consegue corrigir uma imperfeição do modo mais eficiente e barato possível, isso significa que incorrerá em perdas e será substituído por alguém que consiga fazer o mesmo de modo que melhor se adapte às necessidades da audiência.
    A existência de lucro significa, portanto, a correcção de um problema. Claro que numa sociedade perfeitamente eficiente o lucro não existiria: a soma dos diferentes preços dos bens necessários à produção seria exactamente igual ao preço de venda. No entanto, enquanto o lucro existir, sabemos que uma necessidade não satisfeita foi atendida, sabemos que alguém estará melhor do que anteriormente.
    Posto isto, fará sentido falar em lucros “excessivos”? Não, por dois motivos diferentes: não só o lucro é promotor da eficiência como não é possível definir uma fronteira para “lucro excessivo” sem o recurso a um critério arbitrário.
    Pode parecer pouco importante este argumento da eficiência – “jargão”, preocupações fúteis e académicas, sem qualquer relevância no mundo real. No entanto, é importante recordar o problema fundamental da Economia: a escassez de recursos para satisfazer necessidade humanas ilimitadas. E é aqui que a questão da eficiência se torna pertinente – se for possível usar um mínimo de recursos no decorrer do processo produtivo, então mais recursos irão estar disponíveis para satisfazer as restantes necessidades. Mas como é que o lucro pode promover uma gestão mais eficiente dos recursos? Se pensarmos no lucro como uma percentagem da diferença entre o rendimentos da venda (o produto entre o preço de mercado e as quantidades vendidas) e o capital empregue ( Lucro = X% * [Rendimentos – Capital] ), e se tivermos em conta que o preço de mercado é um dado adquirido e as quantidades a vender são uma função do preço do mercado, a única maneira de conseguir aumentar o lucro é diminuindo o capital empregue na produção (p.e., através de melhoramentos tecnológicos), ou seja, utilizar o mínimo de recursos possíveis para atingir um mesmo output de produção. Posto de outro modo, os empresários terão todo o incentivo para atingir um máximo de eficiência na produção, pois o lucro será tão maior quão melhor sucedidos forem nessa tarefa.
    Simultaneamente, não há um método para definir objectivamente o que é o “lucro excessivo”. Certamente, cada pessoa terá a sua própria definição, que será fundada em observações mais ou menos precisas. No entanto, quando confrontada com uma questão do tipo “Porque é que o limite é X€ e não X-100€ ou X+500€?”, não é possível apresentar nenhuma razão lógica para esse limite (que foi definido arbitrariamente). Claro que este é precisamente o mesmo problema de que padecem os impostos (“Porque é que a taxa é de X% e incide sobre aqueles bens/rendimentos?”). Tal fronteira apenas pode corresponder a um julgamento de valor. E é aí que reside o busílis da questão: julgamentos de valor (como “excessivo”, “bom”, “mau”, “pobre” ou “rico”) não servem – ou não deviam servir – como elementos de formação de normas em sociedade.
    Faz então sentido demonizar o lucro? Parece-me óbvio que não. Se a não existência do lucro (como expressão de uma sociedade perfeitamente eficiente) seria o desejável, também é verdade que, enquanto ele existir, sabemos que a sociedade como um todo estará a caminhar para uma situação mais desejável. Por isso, tenho para mim que um discurso “anti-lucro” só poderá ser baseado num desconhecimento muito grande de como agem os seres humanos.
    ——————————————————————————–
    Convém fazer um esclarecimento adicional. Obviamente que, ao longo do texto, a exaltação ao lucro se fica pelo lucro “real”. Lucros “fabricados” graças a truques contabilísticos ou com o recurso a monopólios dados pelo Estado não são desejáveis, nem tampouco devem ser encorajados. Esta observação é pertinente porque há uma confusão muito grande entre o lucro e o “lucro contabilístico” – “Profit is a product of the mind, of success in anticipating the future state of the market.” [2], segundo Mises. O recurso a ardis para alterar os resultados contabilisticos não acrescenta nada ao bem-estar criado pelo processo produtivo – tal surge antes da apuração dos resultados, sendo portanto um fenómeno completamente separado. É daí que surge este comentário.”

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