Dia da reflexão

debate A INOCÊNCIA PERDIDA DA PRODUTIVIDADE
Casa da Achada (Rua da Achada, n.º 11, Mouraria)
Sábado, 4 de Junho, 21h30
A partir de um texto de Claus Peter Ortlieb.

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6 thoughts on “Dia da reflexão

  1. A verdade é que o Passos Coelho esteve na nossa organização. Ia lá onde ia o C. de F. Com os nossos numeros de centúria e decúria.
    Tinhamos tudo preparado para fazer o nosso 23F.
    O outro é que lixou tudo.
    Quando souberem que o vosso primeiro ministro fez parte dessa conspiração, então é que se vai ver. Mordam-se bem, esquerdistas. Desta vez lixamo-vos bem lixados. Um veterano do nosso campo politico vai ser o vosso primeiro ministro.

  2. MANIFESTO CENSURADO NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS DE DIA 3 JUN POR CAUSA DO CONTEÚDO!!!
    Manifesto contra a indiferença
    Caros Amigos e Companheiros,
    Vocês sabem que entre nós, que estamos desiludidos com os partidos do poder, e que, por isso, já não votamos, e todos aqueles que não querem ou nunca foram votar, por desprezarem a política e o sistema partidário e se sentirem excluídos da sociedade, que, como dizíamos, entre todos nós, somos maiores do que o PS ou o PSD, ou até do que uma coligação, entre qualquer destes partidos, e o CDS-PP?
    E que, como sabem, vamos ser estrangulados por 2 troikas, uma internacional, dirigida pelo FMI, e outra, bem portuguesa, dos partidos que assinaram esses acordos, o CDS-PP, o PSD e a actual e antiga direcção do PS (antigo governo maioritário, depois minoritário e, agora, demissionário, mas de tão grande sucesso, que não admite sequer uma crítica à sua governação. Ai! O Eng.º. Sócrates é um grande político, vítima de múltiplas e tremendas conspirações que conduziram o país a esta crise. Ai! O Eng.º. Sócrates nunca mentiu, equivocou-se, dizendo às 2ªs Feiras, o que os factos, ou fontes mais sérias, vêm desmentir nos dias seguintes. Que cambada!).
    Com base nesses entendimentos, vamos ser nós a pagar os erros do sector financeiro e dos excessos de gastos da governação; a economia continuará em recessão; o desemprego crescerá para níveis nunca vistos, tal como o trabalho precário e também o número de jovens à procura de uma primeira saída profissional.
    Todas as nossas vidas serão gravemente afectadas. Todos pertencemos a ‘gerações à rasca’ e uma boa parte de entre nós sem sequer merecerá respeito. Aqueles de quem se diz ‘que não querem é trabalhar’; ou que ‘são jovens e foram mal-educados pelos pais e que precisavam era de ter levado umas bofetadas’; que ‘vivem de subsídios e ainda são responsáveis pelo crescimento da violência no país, os africanos, brasileiros e outros imigrantes’. Estas generalizações que se aproximam da xenofobia, mas que até os meios de comunicação utilizam regularmente.
    Então, e o que podemos fazer? Ir para o Rossio acampar? Ou fazer manifestações, como a do dia 12 de Março? Tornar a coisa bem mais séria, com fazem os n/ vizinhos espanhóis?
    Sim, talvez tenhamos que fazer isso tudo, mas há um acto muito simples que podemos fazer este Domingo. Ir votar!
    E em quem?
    Vamos dar uma oportunidade à Esquerda. Vamos todos votar ou no Bloco de Esquerda ou na CDU, a nós tanto nos faz. Vamos fazer História e dar-lhes uma votação tão significativa que possam opor-se à formação de governos dos 3 partidos que assinaram os acordos com a Troika.
    Seremos nós como aqueles que dizem mal de nós? Teremos preconceitos e faremos generalizações, dizendo que todos os políticos são iguais. Que todos são como o Sócrates ou o Paulinho Portas dos Submarinos, ou burros como o Passos Coelho que sentiu necessidade de se afirmar como ‘o mais africano dos candidatos’, frase que provocou grande alegria ao Nelson Mandela, ao Leopold Senghor, ao Luther King e ao Eusébio, bem como à Amália, que também era uma anti-racista feroz.
    Não acham que o Jerónimo de Sousa e o Francisco Louçã são mais sérios do que aqueles que têm passado pelos governos? Se desejassem dinheiro ou poder não estariam nos outros 3 partidos, em que a sua capacidade e inteligência e, sobretudo, a troca de ideais, lhes ganhariam a posição que desejassem? Não. Em vez disso, escolheram lutar contra o poder instituído e a isso dedicaram toda a sua vida.
    Mas não vamos dar-lhes um mandato à toa. Vamos pedir-lhes que se unam e escolham um primeiro-ministro fora dos seus partidos. Alguém também de Esquerda, mas que se encontre mais próximo dos socialistas.
    Para nós, poderia ser a Arq. Helena Roseta, pela sua capacidade, inteligência, coragem, honestidade e carisma. Mas realmente tanto nos faz qual seja a personalidade, desde que reúna as mesmas características e esteja disposta a seguir as seguintes ideias de base:
    – Retomar, de imediato, as negociações com a Troika, exigindo melhores condições, tanto de prazos, como de juros, para pagarmos as tais dívidas, mas, sobretudo, impedindo-os de controlar o n/ destino colectivo.
    – Iniciar contactos com todos os países europeus, cuja situação seja semelhante à nossa, façam ou não parte da CE, vendo o que podemos fazer uns pelos outros e criando um grupo de pressão, contra os países que mandam actualmente na Europa.
    E algumas medidas mais concretas:
    – Reverterem para o Estado, a partir de hoje, todos os excedentes das pensões de reforma (ou aglomerados de pensões) que excedam 8 vezes o salário mínimo nacional.
    – Reverterem para o Estado, todos os excedentes relativamente ao salário de Presidente da República, dos Funcionários de Estado colocados em Institutos, Consultorias e quaisquer outros organismos e fazer o mesmo com todos os dirigentes das Empresas Públicas.
    – Estabelecer-se um imposto ‘patriótico’ sobre as Grandes Fortunas, de forma a que todos compartilhem os sacrifícios.
    – Retomar-se um modelo de Estado mais interventivo em toda a sociedade, que imponha, por exemplo, uma moderna ‘Lei das Sesmarias’ em que os proprietários rurais sejam obrigados a trabalhar as suas terras, ou a alugá-las, ou vendê-las, a quem o faça, em vez de ficarem a viver de subsídios.
    – Um Estado e um Governo que intervenham em toda a economia, protegendo a exportação e controlando as importações; apoiando novos projectos de empresas e actividades, em todo o país; combatendo radicalmente o desemprego e acreditando na capacidade da juventude; implementando medidas rigorosas de controlo da corrupção e de combate à fraude fiscal.
    – Um Governo capaz de correr o risco do país ser expulso da CE e da zona €uro, se preciso for, mas que inicie a recuperação económica, em detrimento do controlo do défice e de toda a estrutura financeira, deixando até, se for preciso, cair a banca privada, sobretudo os bancos mais ligados a casos de corrupção.
    Há tantas coisas a dizer, e por fazer, que poderíamos ficar aqui o dia inteiro, mas confiamos que os dirigentes do Bloco de Esquerda e da CDU tenham capacidade de, conjuntamente com esse primeiro-ministro e outros independentes, formularem muito melhor do que nós, todo um programa que nos restitua a dignidade.
    Facebook: NIC – NÚCLEO DE INTERVENÇÃO CÍVICA
    email: nuc.civ1@gmail.com
    Núcleo de Intervenção Cívica

  3. MANIFESTO CENSURADO NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS DE DIA 3 JUN POR CAUSA DO CONTEÚDO!!!
    Manifesto contra a indiferença
    Caros Amigos e Companheiros,
    Vocês sabem que entre nós, que estamos desiludidos com os partidos do poder, e que, por isso, já não votamos, e todos aqueles que não querem ou nunca foram votar, por desprezarem a política e o sistema partidário e se sentirem excluídos da sociedade, que, como dizíamos, entre todos nós, somos maiores do que o PS ou o PSD, ou até do que uma coligação, entre qualquer destes partidos, e o CDS-PP?
    E que, como sabem, vamos ser estrangulados por 2 troikas, uma internacional, dirigida pelo FMI, e outra, bem portuguesa, dos partidos que assinaram esses acordos, o CDS-PP, o PSD e a actual e antiga direcção do PS (antigo governo maioritário, depois minoritário e, agora, demissionário, mas de tão grande sucesso, que não admite sequer uma crítica à sua governação. Ai! O Eng.º. Sócrates é um grande político, vítima de múltiplas e tremendas conspirações que conduziram o país a esta crise. Ai! O Eng.º. Sócrates nunca mentiu, equivocou-se, dizendo às 2ªs Feiras, o que os factos, ou fontes mais sérias, vêm desmentir nos dias seguintes. Que cambada!).
    Com base nesses entendimentos, vamos ser nós a pagar os erros do sector financeiro e dos excessos de gastos da governação; a economia continuará em recessão; o desemprego crescerá para níveis nunca vistos, tal como o trabalho precário e também o número de jovens à procura de uma primeira saída profissional.
    Todas as nossas vidas serão gravemente afectadas. Todos pertencemos a ‘gerações à rasca’ e uma boa parte de entre nós sem sequer merecerá respeito. Aqueles de quem se diz ‘que não querem é trabalhar’; ou que ‘são jovens e foram mal-educados pelos pais e que precisavam era de ter levado umas bofetadas’; que ‘vivem de subsídios e ainda são responsáveis pelo crescimento da violência no país, os africanos, brasileiros e outros imigrantes’. Estas generalizações que se aproximam da xenofobia, mas que até os meios de comunicação utilizam regularmente.
    Então, e o que podemos fazer? Ir para o Rossio acampar? Ou fazer manifestações, como a do dia 12 de Março? Tornar a coisa bem mais séria, com fazem os n/ vizinhos espanhóis?
    Sim, talvez tenhamos que fazer isso tudo, mas há um acto muito simples que podemos fazer este Domingo. Ir votar!
    E em quem?
    Vamos dar uma oportunidade à Esquerda. Vamos todos votar ou no Bloco de Esquerda ou na CDU, a nós tanto nos faz. Vamos fazer História e dar-lhes uma votação tão significativa que possam opor-se à formação de governos dos 3 partidos que assinaram os acordos com a Troika.
    Seremos nós como aqueles que dizem mal de nós? Teremos preconceitos e faremos generalizações, dizendo que todos os políticos são iguais. Que todos são como o Sócrates ou o Paulinho Portas dos Submarinos, ou burros como o Passos Coelho que sentiu necessidade de se afirmar como ‘o mais africano dos candidatos’, frase que provocou grande alegria ao Nelson Mandela, ao Leopold Senghor, ao Luther King e ao Eusébio, bem como à Amália, que também era uma anti-racista feroz.
    Não acham que o Jerónimo de Sousa e o Francisco Louçã são mais sérios do que aqueles que têm passado pelos governos? Se desejassem dinheiro ou poder não estariam nos outros 3 partidos, em que a sua capacidade e inteligência e, sobretudo, a troca de ideais, lhes ganhariam a posição que desejassem? Não. Em vez disso, escolheram lutar contra o poder instituído e a isso dedicaram toda a sua vida.
    Mas não vamos dar-lhes um mandato à toa. Vamos pedir-lhes que se unam e escolham um primeiro-ministro fora dos seus partidos. Alguém também de Esquerda, mas que se encontre mais próximo dos socialistas.
    Para nós, poderia ser a Arq. Helena Roseta, pela sua capacidade, inteligência, coragem, honestidade e carisma. Mas realmente tanto nos faz qual seja a personalidade, desde que reúna as mesmas características e esteja disposta a seguir as seguintes ideias de base:
    – Retomar, de imediato, as negociações com a Troika, exigindo melhores condições, tanto de prazos, como de juros, para pagarmos as tais dívidas, mas, sobretudo, impedindo-os de controlar o n/ destino colectivo.
    – Iniciar contactos com todos os países europeus, cuja situação seja semelhante à nossa, façam ou não parte da CE, vendo o que podemos fazer uns pelos outros e criando um grupo de pressão, contra os países que mandam actualmente na Europa.
    E algumas medidas mais concretas:
    – Reverterem para o Estado, a partir de hoje, todos os excedentes das pensões de reforma (ou aglomerados de pensões) que excedam 8 vezes o salário mínimo nacional.
    – Reverterem para o Estado, todos os excedentes relativamente ao salário de Presidente da República, dos Funcionários de Estado colocados em Institutos, Consultorias e quaisquer outros organismos e fazer o mesmo com todos os dirigentes das Empresas Públicas.
    – Estabelecer-se um imposto ‘patriótico’ sobre as Grandes Fortunas, de forma a que todos compartilhem os sacrifícios.
    – Retomar-se um modelo de Estado mais interventivo em toda a sociedade, que imponha, por exemplo, uma moderna ‘Lei das Sesmarias’ em que os proprietários rurais sejam obrigados a trabalhar as suas terras, ou a alugá-las, ou vendê-las, a quem o faça, em vez de ficarem a viver de subsídios.
    – Um Estado e um Governo que intervenham em toda a economia, protegendo a exportação e controlando as importações; apoiando novos projectos de empresas e actividades, em todo o país; combatendo radicalmente o desemprego e acreditando na capacidade da juventude; implementando medidas rigorosas de controlo da corrupção e de combate à fraude fiscal.
    – Um Governo capaz de correr o risco do país ser expulso da CE e da zona €uro, se preciso for, mas que inicie a recuperação económica, em detrimento do controlo do défice e de toda a estrutura financeira, deixando até, se for preciso, cair a banca privada, sobretudo os bancos mais ligados a casos de corrupção.
    Há tantas coisas a dizer, e por fazer, que poderíamos ficar aqui o dia inteiro, mas confiamos que os dirigentes do Bloco de Esquerda e da CDU tenham capacidade de, conjuntamente com esse primeiro-ministro e outros independentes, formularem muito melhor do que nós, todo um programa que nos restitua a dignidade.
    Facebook: NIC – NÚCLEO DE INTERVENÇÃO CÍVICA
    email: nuc.civ1@gmail.com
    Núcleo de Intervenção Cívica

  4. “Há tantas coisas a dizer, e por fazer, que poderíamos ficar aqui o dia inteiro, mas confiamos que os dirigentes do Bloco de Esquerda e da CDU tenham capacidade de, conjuntamente com esse primeiro-ministro e outros independentes, formularem muito melhor do que nós, todo um programa que nos restitua a dignidade.”
    fooooodaassse…. PEDIR AOS POLITICOS PARA ME RESTITUIREM A DIGNIDADE…. foooooddaaassssee

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