“Se não puder dançar não é a minha revolução”

Há imagens que uma vez sugeridas se tornam difíceis de esquecer: Quem com ele convive, sabe que basta tocar Shakira ou Juanes para se levantar e dançar.

A ala social-democrata do spectrum tem razão, há que votar, e o meu voto, em honra de Emma Goldman, não irá para a esquerda cinzentona que consegue resistir aos quentes ritmos latinos da colombiana.

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9 thoughts on ““Se não puder dançar não é a minha revolução”

  1. PUDER FILHO DA PUTA,PUDER!
    SE NÃO PUDER DANÇAR NÃO É A MINHA REVOLUÇÃO!
    SE NÃO PUDER DANÇAR NÃO É A MINHA REVOLUÇÃO!
    SE NÃO PUDER DANÇAR NÃO É A MINHA REVOLUÇÃO!
    SE NÃO PUDER DANÇAR NÃO É A MINHA REVOLUÇÃO!
    SE NÃO PUDER DANÇAR NÃO É A MINHA REVOLUÇÃO!
    E SE NÃO SOUBERES ESCREVER DE CERTEZA QUE NÃO VAI SER A TUA REVOLUÇÃO.

  2. Vota, Party Program. Não só estás a contribuir para tirar a maioria absoluta à direita como talvez se consiga meter no parlamento um bom tribuno que “lhes baterá forte”

  3. Apesar de piadola ali em cima ainda não decidi se vou ou não votar caro Saboteur, chega-me aos ouvidos que o Jerónimo também dança.

  4. Corolário: tão insignificante é um voto à esquerda como ficar em casa sem votar.
    Nesse caso acho que prefiro votar, não facilito a coisa a ninguem: nem na rua nem na urna!

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