isto não é um programa.

“Mas quantos é que vocês sāo? Quer dizer… quantos é que somos, no grupo?”
“Quem sabe. Alguns dias somos dois, noutros vinte. E às vezes, quando nos encontramos, somos umas centenas de milhar”
Cesare Battisti, L’ultimo Sparo
http://www.elperiodico.com/swf/CTVPlayer.swf?assetID=890949_es_videos&location=embed
http://rt.com/s/swf/player5.4.swf?file=http://rt.com/files/news/people-greece-protest-bailout/aslive21.flv&image=http://rt.com/files/news/people-greece-protest-bailout/parliament-demonstrate-june-greek-243.n.jpg&skin=http://developer.longtailvideo.com/trac/changeset/643/skins/beelden?old_path=%2F&provider=http&abouttext=Russia%20Today&aboutlink=http://rt.com&autostart=false

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15 thoughts on “isto não é um programa.

  1. os movimentos de insurrectos, que num tempo de ainda maior mercantilização do espectáculo( desculpem o pleunasmo), apenas têm a violência como linguagem.
    uma revolução sem mortes é como um país semm pobres, não existe.
    indignação violenta e dirigida aos gossos de esquadra ou aos cães do estado portugês é a única acção que serve o único e a sua propriedade
    bem haja
    a.p.b.p.p.modernista

  2. Vocês são piores que a polícia quando faz cargas estúpidas: um grupo de pessoas que ataca violentamente uma pessoa desarmada, ainda falam na polícia, deviam ter vergonha, são asquerosos! Mas é assim que vão perder apoio popular e legitimar as próximas cargas policiais. Nada vos distingue dos skinheads. Que falta de respeito por cidadãos que foram eleitos democraticamente…

  3. o paulo e o capelarder estao a precisar de refrescar ideias com uns tirinhos de balas de borracha. fodasse capelarder, isso é só mesmo espingardaria de sofá ou nao achas que se pudesses fazer uma revoluçao só com os teus amigos já a tinhas feito? a violência até me serve a mim e ao meu Carlos mas nao serve a 99,9% dos milhares de Indignados que querem lutar passivamente mas ilegalmente, principalmente as geraçoes mais velhas. a violência é exactamente a carta paisana que Felip Puig está a utilizar para dissolver-nos, o que nos obriga desde logo a ser estrategicamente mais originais. começei a repensar nisto quando vi os mossos babando-se de vontade de bater à nora perante as milhares de maos no ar e consequente vitória de reocupaçao da praça Cataluña por 40.000 pessoas. se a violência de alguns separa milhares, eu vejo-me obrigada a repensar se nao é o povo unido que jamais será vencido? por outro lado, respostas policiais a questoes políticas já nao nos chegam; eles nao podem mandar se nós nao obedecemos; queremos os confrontos entre legalidade-legitmidade e legalidade-justiça e aquilo ontem foi uma vitória política: Que legitimidade tem um parlamento que se tem de blindar do seu próprio povo para aprovar leis?

  4. É de facto inacreditável a narrativa de violência que os media estão a passar. Qualquer dúvida é perguntar às dezenas de pessoas que passeavam os seus cães ou que faziam jogging tranquilamente entre as massas de animais raivosos que impediam os deputados de entrar no parlamento.Não estamos a lidar com meninos. Foi tudo muito bem orquestrado.

  5. desculpa foram noittes da maria ó botafogo…continua assim de paninhos quentes.
    neste país cairia uma ditadura militar mas o que interessa ´´e a bola e a jola para noite,
    tenho dito
    salut i libertat
    ps: fim de discussão, não falo com carneiros

  6. repensar em coisas para encontrar um sítio comum ou tangencial ao 15M é o exercício colectivo de ocupaçao política das ruas mais interesante e emocionante que vivi. se isso é ser carneiro, o contrário é mais do mesmo.

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