Amanhã na Severa, Quarta no RDA69

ÀS 21h COM JANTAR ÀS 20H EM AMBOS OS LOCAIS
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Two hours with Ben Morea and Dave Wise:
Ben Morea was fantastic listening for anyone of my age. Modest, funny, self deprecating but poltically astute. He coveredeveryone from Abbie hoffman to valerie Solanos and H Rap brown. After the murder of the panthers fearing for his own life he’d fled into the forests for 35 years. Two things stood out. The Motherfuckers were slated by radical artists for being too interested in politics and by polticos for being too interested in art. But Ben wanted a total revolution – an all embracing group of the kind you don’t get anymore. they recfused to be pigeon holes – they wante ‘the totality for kids’ Ben was also very warm and generousspirted to people he disagreed with. He’s say how much he disagreed with say Abbie hoffman and then dd disarmingly ‘i loved him’ Maybe that generosity could be replicated now. He also dismissed the ‘dogma’ of the situationists saying the Motherfuckrs wanted to fuck things up not wallow in dogmatic pronouncements. ‘I’m the only person to be expelled from the SI who was never a member in the first place’ he said.he also spoke touchingly about the waifs and strays and nutters who the Mothefucker family took in and looked after ‘it was a violent place the lower east side’ he reminded us. One such was Valerie Solanas who had shared a house with Ben and who later applauded her assasinaton attempt on warhol – ‘thats when the art radicals fell out with us’ he laughed. Someone asked him ‘What do you think of Banksy?’ Ben looke quizzical not understanding the queston….He’d never heard of Banksy.

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12 thoughts on “Amanhã na Severa, Quarta no RDA69

  1. Amigos,
    Eu sei que vocês não me gramam (nem muito nem pouco), mas escrevi aqui uma reflexão sobre a situação do Bloco de Esquerda com toda a boa-fé que consegui.
    “Bloqueados de Esquerda
    Já muito se escreveu sobre o Bloco de Esquerda e o resultado desastroso das últimas eleições. Atribuem-se diversas causas, desde o apoio a Manuel Alegre nas Presidenciais até à recusa dos líderes em encontrarem-se com a Troika. A meu ver, as razões são mais profundas. O Bloco é o partido português com um eleitorado mais distante das bases. Ou seja, enquanto grande parte dos eleitores corresponde a uma faixa urbana e burguesa de esquerda que não se revê na institucionalização do PS, mas que acredita nos valores da «igualdade» e do «humanismo» (seja lá isso o que for), as fileiras do Bloco são compostas por militantes idealistas, inflexíveis e radicais, mais concentrados na destruição da máquina capitalista do que em negociar seja o que for.
    Ora, esta posição das bases abre o dilema intemporal de todos os revolucionários. Ou entram no sistema que dizem combater para o mudar por dentro e arriscam-se a ser assimilados (como tantos foram, à direita e à esquerda), ou mantém-se fora e habilitam-se à eterna irrelevância. Já se percebeu que, em função desse dilema, existem duas correntes no Bloco: de um lado a facção Política XXI (Daniel Oliveira, Joana Amaral Dias, Rui Tavares, et al.) que não desdenhariam que o partido se tornasse um CDS de esquerda (algo que agradaria genuinamente a muito boa gente do PS, que encontraria assim um inesperado aliado no Parlamento); do outro o PSR, a UDP e a Ruptura/FER, que além dos dirigentes históricos conta ainda com a máquina do partido (os Jorges Costas), que ao longo destes anos se foi burocratizando e acomodando à ideia de uma organização disponível para todas as lutas mas que rejeita qualquer tipo de compromisso.
    Uma coisa é certa: quanto mais o Bloco se radicalizar, menos apoio popular encontrará (a classe média até pode vestir t-shirts do Che, mas não gosta de revoluções permanentes). Da mesma forma, quanto mais se sistematizar, mais apoio interno alienará. O que sucedeu nos últimos tempos foi um ziguezague constante, no qual o Bloco afastou com igual sucesso gregos e a troianos. Mesmo assim, não me parece que a dissolução do partido esteja próxima (nem tão pouco me parece que a queda da votação seja um prenúncio do fim). No entanto, as fissuras são incontornáveis.”

  2. épá… com tanta coisa interessante para comentar e reflectir nestes tempos conturbados, perdes tempos com textos irrelevantes sobre assuntos que nao interessam patavina ao comum dos mortais. Miguel Vaz, tenta agora uma redação sobre o desemprego e a precaridade.
    beijos

  3. Não te gramamos? Olha que não Miguel. És um dos nossos fachos favoritos. Nós só não curtimos muito daqueles que serram o caralho aos outros ou que andam por aí de caçadeira à procura pessoal para filar.
    Os que se limitam a dizer que gostam muito de Portugal e do Sardinha não aquecem nem arrefecem. Pelo contrário, acrescentam um pingo de exotismo à festa.

  4. Caro Anónimo,
    Para a semana escrevo qualquer coisa sobre isso. A ver se me lembro.
    Caro Rick,
    Ainda bem que não faço parte de nenhum dos grupos que referiste. Sinto-me sinceramente honrado por ser um dos vossos “fachos favoritos”. Agora só fica a faltar um link no Spectrum, talvez para acrescentar um “pingo de exotismo”. Abraço.

  5. Vamos reunir o colectivo e debater o assunto. Depois votamos por voto secreto. Em seguida, atiramos as urnas ao mar e andamos à pêra para ver quem ganha.
    “Os jorges costas”? Escreves isso só para nos deixares bem dispostos.

  6. voto secreto é o caralho seu revisionista, punho no ar
    miguel, “os jorges costas” fez com que me esquecesse temporariamente do teu fascínio pela casa pound. e roubei a foto do donnie darko. mas agora vai à merda seu fascista.

  7. Caro Miguel,
    eu também gosto de ti, e partilho os teus gosto literários, se prometeres que não me serras nada eu tb prometo o mesmo, fazemos ambos um pacto de livrar um ao outro (e os conjuges) nos eventuais pelotões de fuzilamento.

  8. Seus grandes estupores, para que horas estão marcados os eventos anunciados?
    Quanto ao bloco de esquerda (raio de ideia do gajo que se lembrou de fazer uma análise sobre isso…), a análise a fazer sobre a sua derrapagem eleitoral na estrada da democraditadura burguesa passa por invadir a convenção nacional gritando: “todos contra a parede filhos da puta, isto é um assalto!”

  9. grande estupor é quem te fez as orelhas. aparece às 20 se quiseres comer o pão que o diabo amassou. se preferes não comer para não cagar (o papel está caro) aparece às 21.

  10. Caro Rick,
    Confesso que a princípio pensei que o Jorge Costa não passasse de uma sinistra entidade criada para representar o aparelho do Bloco. Só depois, para meu terror, é que descobri que ele existe mesmo.
    Caro Chuckie,
    Ahah, uma atitude típica de uma beata de esquerda.
    Caro Party,
    Temos acordo. O bom gosto acima de tudo. Também o Hemingway subscreveu um pedido de libertação do Ezra Pound, que tinha sido enfiado numa jaula e depois num hospital psiquiátrico para curar o fascínio do fascismo. Já o cabrão do Sartre recusou fazer o mesmo ao Brasillach, que acabou mesmo perante um pelotão de fuzilamento. Abraço.
    Caro Riot,
    Voto nisso.

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