O império contra-ataca

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79 thoughts on “O império contra-ataca

  1. ca para mim esta malta ta eh frustrada por que nao sabe andar de bicicleta ou ja nao aguenta derivado ao cu de chumbo
    isso resolve-se: a cenas a pedal tem aulas de bicicleta e eh para todas as idades

  2. Costumo estacionar o meu carro várias vezes no passeio. Por razões que não vou explicar – em primeiro lugar porque não me sinto obrigado a fazê-lo (durmo perfeitamente à noite…mesmo quando tenho o meu carro estacionado em cima do passeio da minha rua), em segundo lugar porque é chato fazê-lo.
    O que posso dizer é que, geralmente, ninguém se sente particularmente satisfeito por estacionar em cima do passeio. Nem que mais não seja por foder os pneus e as jantes do automóvel. Na verdade, as pessoas estacionam em cima do passeio…porque não arranjam outro lugar para estacionar.
    É mau. Claro que sim. Fode a mobilidade dos outros. Certo. É chato. Afirmativo. Tal como é chato levar o carro todos os dias para o trabalho (o que, felizmente, não acontece no meu caso), permanecer no pára-arranca durante horas e ainda ter que chegar a casa e procurar estacionamento. Tudo isso é chato porque se limita a produzir e reproduzir aquilo que chato é: trabalhar.
    Tão mais chato que um autocolante colado no vidro.
    PS – agora, o caso dos cócós do Maria Matos descrito pelo saboteur…ai a coisa azeda. Fodam-me o carro, fodam-me a casa, mas não me impeçam de rebolar na relva nos anos de Maria Matos. Aí, olha, é rebentar as trombas das velhas enquanto se grita Madball (banda de hardcore nova-iorquina). Há velhas que são mesmo umas putas do caralho. Era aumentar-lhes as taxas moderadoras…até passavam a recolher a merda dos cães com a boquinha. Velhas de merda.

  3. Dormes bem à noite porque és um egoísta de merda, como muitos, e nunca tiveste que passar com uma cadeira de rodas com um carro a bloquear-te a passagem. Foder a mobilidade dos outros não tem rigorosamente nada a ver com o trabalho ser chato. Só espero que fiques paraplégico. Temos pena, é chato, mas com sorte deixas de ter de trabalhar que como dizes é o cúmulo da chatice.

  4. Sabes que é possível os paraplégicos trabalharem, certo?
    Acontece que no caso da rua em que estaciono, é impossível alguém andar de cadeira de rodas. Não não há espaço para uma cadeira. O busílis da questão reside exactamente aqui.
    O teu ódio desesperado (se bem que «espero que fiques paraplégico» é das melhores coisas que li recentemente; parabéns pela iniciativa) impede-te de ver que quer o estacionamento no passeio, quer a cadeira de rodas que não consegue andar no mesmo, reflectem problemas estruturais.
    Acreditar que estes poderão ser atenuados por uma crítica moralista que aponta à pessoa e não ao que a obriga a ser ou fazer é, na minha opinião, ingénuo.

  5. Claro que existem problemas estruturais, mas também existem problemas práticos e imediatos e isso não é ingenuidade. Já a sua desvalorização desculpabilizadora é oportunista.
    Se gostaste do “paraplégico”, eu passo a tetraplégico que sempre te dificultava a escrita de comentários de merda como o penúltimo.

  6. Ah, mas enganas-te totalmente. Eu não pretendo pedir desculpas a ninguém.
    Nem as exijo. Nem das pessoas que não fazem separação do lixo. Nem das pessoas que comem carne (uma fábrica de proteínas ao contrário, com efeitos a nível de poluição ultra-fodidos). Nem das pessoas que compram ténis fabricados por crianças chinesas.
    Se a todas estas pessoas desejas uma tetraplagia, receio que, caso os teus intentos sejam cumpridos, uma grande parte do mundo ocidental se veja condenada a comer por uma palhinha.
    Só tu, aparentemente, te safarás.

  7. Epa texas, um grande obrigado por esses últimos comentários. Fica aqui registado esse momento áureo do civismo que é augurar a tetraplagia a quem estacione em do passeio. A ti podemos apenas desejar um bom início do ano escolar e relembrar-te que agora no secundário todas as notas contam para a entrada na universidade

  8. olha lá ó PP, andas a dar para os dois lados, será que “tenho de me lembrar que estou a escrever p gente algo limitada na sua literacia”?
    e eu não me “safarei”, também vou para a alimentação líquida. não durmo é bem à noite com todas as minhas opções existenciais, nem acho que o fim do trabalho é o fim da filha da putice.

  9. Então, pergunto, que autoridade moral tens para apontar dedos, chamar filho da puta e desejar a tetraplagia a quem, como eu, estaciona em cima do passeio? Isto de atirar pedras quando se tem um telhado cheio de vidros tem muito que se lhe diga.
    O fim do trabalho (inseparável do fim do capitalismo) não irá, certamente, acabar com a filha da putice. Enquanto houver amor, haverá ódio. Enquanto houver simpatia, haverá antipatia.
    Agora, quero acreditar que tornará as coisas bastante mais simples e menos filhas da puta. Entretanto, e porque a revolução não se encontra na próxima esquina, pequenas coisas como transportes públicos mais baratos e de melhor qualidade poderão ajudar.
    Não tanto, claro, como os autocolantes colados no automóvel.

  10. não Dallas, só quero que tenhas insónias de vez em quando. há muitas coisas filhas da puta, mas também muita gente filha da puta, com atitudes de filhos da puta.
    a partir daqui só me ia estar a repetir. tudo o que escrevi não tem nada a ver com autocolantes, que aliás não conheço.
    a pensar nos ti e nos teus comentários (1º e 3º) lembrei-me dos sacanas do jorge de sena:
    No País dos Sacanas
    Que adianta dizer-se que é um país de sacanas?
    Todos os são, mesmo os melhores, às suas horas,
    e todos estão contentes de se saberem sacanas.
    Não há mesmo melhor do que uma sacanice
    para poder funcionar fraternalmente
    a humidade de próstata ou das glândulas lacrimais,
    para além das rivalidades, invejas e mesquinharias
    em que tanto se dividem e afinal se irmanam.
    Dizer-se que é de heróis e santos o país,
    a ver se se convencem e puxam para cima as calças?
    Para quê, se toda a gente sabe que só asnos,
    ingénuos e sacaneados é que foram disso?
    Não, o melhor seria aguentar, fazendo que se ignora.
    Mas claro que logo todos pensam que isto é o cúmulo da sacanice,
    porque no país dos sacanas, ninguém pode entender
    que a nobreza, a dignidade, a independência, a
    justiça, a bondade, etc., etc., sejam
    outra coisa que não patifaria de sacanas refinados
    a um ponto que os mais não são capazes de atingir.
    No país dos sacanas, ser sacana e meio?
    Não, que toda a gente já é pelo menos dois.
    Como ser-se então nesse país? Não ser-se?
    Ser ou não ser, eis a questão, dir-se-ia.
    Mas isso foi no teatro, e o gajo morreu na mesma.
    ps. acho que vou ficar por aqui.

  11. Vocês são demais! Ai quer dizer que em Londres ou Paris, é justo o incendiar de carros – de carros de gente anónima e inocente. DEVEM SER OS TAIS DANOS COLATERAIS.
    MAS QUANDO SE COLA UM AUTOCOLANTE NUM CARRO À PORTA DO rda!É FASCISMO PURO E TAL & COISO… HÁ PORTANTO VANDALIZAÇÕES JUSTAS E JUSTIFICADAS E OUTRAS QUE NEM POR ISSO…. pODEM FAZER O TAL DESENHO?

  12. Conclusão: de me desejares uma cadeira de rodas, passas a desejar-me apenas insónias…de vez em quando. e de me considerares um egoísta, passas a considerar-me um sacana num país de sacanas, do qual também fazes parte.
    E não, não há gente filha da puta. Há uma vida filha-da-puta que nos obrigam a levar. É que não é uma pessoa a estacionar um carro no passeio, são milhares, todos os dias.
    Aliás, e finalizando, não acredito que ninguém nesta caixa de comentários seja virgem pura no que respeita a isto, seja como condutor, seja como pendura.

  13. PP:
    à luz do teu conceito de “autismo passivo-agressivo paternalista”, gostava que comentasses a actuação de alguém que, no trato pessoal é todo bonacheirão e sorrisinhos, “sou um granda compincha”, mas que no seu alter-ego cibernético chafurda em agressividade, lições de conduta revolucionária e defesa de justiça popular.
    Achava graça.

  14. Caro anónimo,
    quem dá lições de conduta é quem se propõe educar os outros relativamente a algo, não eu concerteza.
    mas nas palavras de Walt Whitman: “contradigo-me? Sou grande, contenho multidões”. Serei tão susceptivel às formas da comunicação quanto qualquer outra pessoa, acaso a epistolaridade não é diferente da oralidade? nunca afirmei ser coerente ou sequer flor que se cheire.

  15. A comparação da violência do Estado ao acto de constrangir alguém a ir retirar um autocolante que colou de forma completamente despropositada revela um fino sentido das proporções. A polícia agradece branqueamentos desse género. Sobretudo quando está a disparar balas de borracha sobre manifestantes desarmados ou a espancar pessoas dentro das esquadras. Tudo sacanices do mesmo calibre, imagino.
    Bem assim o desejo da tetraplagia alheia e a ambição de representar, com uma autoridade moral vingadora, todos os e as paraplégic*s do planeta. A conversa atingiu o seu ponto rebuçado.
    Felizmente, os ciclo-activistas que frequentam habitualmente o RDA revelam-se mais razoáveis do que aqueles que vieram acampar para esta caixa de comentários e que, está bem de ver, continuarão a sua batalha intrépida contra carros estacionados nas estradas de Lisboa, apesar da ameaça omnipresente da justiça popular.
    Corações ao alto.

  16. Se há algum branqueamento, és tu que o fazes, com apologias de violência.
    Eu não defendi a polícia, nem defendo essas tuas teses de justiça popular.
    Acho muito gira essas tuas laudas à razoabilidade, depois de defenderes violência e de insultares à esquerda e à direita. Ridículo.
    Mas não deixo de notar que já não entras com as mesmas bazófias e já moderaste o tom. Dá sempre gosto.
    Quanto aos autocolantes, quero mais é que os vão colar para a Cochinchina, ou no próprio cú, ou no meu carro, das vezes que o deixo mal estacionado. Sempre é bem menos grave do que as tuas diatribes.
    E esse zurzir dos autocolantes, é como se costuma dizer: presunção e água benta, cada qual toma a que quer.
    Passar bem.

  17. PP: encantado de saber que deste pela inconsistência.
    Mais cuidado para a próxima, tá bem? Para evitar fazer figuras…

  18. achas….. o que quiseres… PP. tu és… no mínimo… de… uma.. consistência… entediante.

  19. Esqueceste-te de tomar o comprimido azul.
    Registo que achas uma violência insuportável alguém ser obrigado a corrigir um acto estúpido e um insulto “à esquerda e à direita” chamar estupidez a um acto estúpido.
    A minha bazófia está bem, obrigado, tal como as minhas diatribes “graves”, que continuarão. Sobretudo enquanto alguém insistir em fazer de conta que não percebeu que toda esta conversa foi provocada pelo facto de um autocolante destinado a carros mal estacionados ter sido colado num carro que não estava mal estacionado.
    Mas entretanto, podes ficar com a bicicleta.

  20. RD: se continuas a achar que o que se está aqui é a discutir é essa colagem de autocolante, que dizer? Reiterar que é uma perceção estúpida? Isso está à vista de todos.
    E, já agora, recordo, pois pareces estar a esquecer-te, que a primeira vez que apareceu esse carinhoso epíteto de estúpido foi quando a expedição punitiva ao autocolantista abusador foi classificada como fascistoide. Repito, para ver se desta vez percebes: foi chamada estúpida a classificação da represália, não o botar do autocolante.
    Estavas assim a rescrever a história, não era? É como se costuma dizer: um gajo pode sair do PC, mas dificilmente o PC sai dele.

  21. Eu transporto sempre um PC dentro do meu pâncreas, para me ajudar a digerir certas coisas.
    Eis a frase que parece efectivamente estúpida:”Isso é a conversa da malta que estaciona permanentemente o carro em cima de passeios e passadeiras, e acha que o único delito lesa-majestade no mundo é a mácula sobre o seu veículo.” (Publicado por [Luís Mota] às setembro 6, 2011 07:37 PM)
    Como vês, estávamos a discutir a colagem do autocolante e surgiu este comentário, que é evidentemente cómodo, no sentido em que pega nos argumentos de malta que não estaciona permanentemente o carro em cima de passeios e passadeiras e afirma que isso “é a conversa da malta que estaciona permanentemente o carro em cima de passeios e passadeiras”. Não parece fazer lá muito sentido, pois não? Mas dá imenso jeito para saltar por cima de qualquer discussão razoável. Admito que talvez o adjectivo “estúpido” seja um pouco ao lado. Trata-se, na verdade, de uma chico-espertice argumentativa que tenta tomar os outros por estúpidos.
    Quanto ao tema da violência, se bem percebi, deveríamos todos ser razoáveis e aceitar com uma indignação contida (e uma inabalável superioridade moral) os comportamentos de todo e qualquer otário que se sinta no direito de fazer do mundo e dos outros o seu parque de diversões. Isso é uma cena que a mim não me assiste. E, sinceramente, tenho dificuldades em acreditar que te assista a ti ou ao idiota que colou os ditos autocolantes.

  22. RD: a ver se este é o meu último comentário. Isto conquanto tu não escrevas mais. Porque contigo, é cada cavadela cada minhoca. Ou, no caso do teu penúltimo post, duas minhocas.
    A bela frase: “podes ficar com a bicicleta”.
    Ora, agora percebo que estavas nisto pela bicicleta! Assim sendo, já percebo a javardice toda, os insultos, as manipulações e outras escroquerias! “All is fair in love and war!”
    Isto para ti, afinal é mesmo só para ganhar! Verve, retórica! Se esse é o teu objetivo, realmente vale a pena a leitura do tal livro que já te foi recomendado: “A arte de ter sempre razão”. Não resulta com todos, que há quem já esteja preparado. Mas pela capacidade argumentativa de alguns dos comentadores, o PP em distintíssimo primeiro lugar, certamente que te safas, e marcas mais uns pontos.
    Diz muito esta tua frase sobre a tua estrutura. Nem num momento te terá passado pela cabeça que possas ter estado mal, que podias refletir um pouco, eventualmente arrepiar caminho. Isso não! Nunca! Isto é sempre a aviar!
    Depreendo que nada tenhas aprendido com esta interação. Pois bem, que fazer? Eu pela minha parte aprendi qualquer coisa: que a estrutura da tua personalidade, senão sempre, pelo menos neste caso foi um lixo. E que as primeiras impressões nem sempre enganam.
    Quanto à tua observação do último ponto, que deves reputar como inteligentíssima, de que aquela outra observação do Luís Mota era estúpida, vamos lá outra vez por partes, que isso da reescrita da história é pior que a erva daninha! Já te fugia outra vez o pé para o chinelo!
    Ninguém afirmou que essa frase era estúpida. A frase foi, e cito: “porra há gente mesmo estúpida”. Um puro ataque ad hominem, nada a ver com frase nenhuma.
    Esse teu argumento é, portanto, vazio. Como toda a tua argumentação e sabe-se lá o que mais.
    Mesmo assim fazendo-te o jeito, que estou bem disposto: essa frase que citas refere-se às atitudes de justiça popular. Não é estúpida, é perfeitamente baseada em factos: a malta que estaciona em cima de passadeiras e a impedir a passagem de peões usam a mesmíssima frase. E eles acham, pessoalmente que têm exatamente tanta razão como o teu amigo PP. Se queres ter um discurso como esse pessoal, força aí. Já não andas longe.
    Eu prefiro tratar as coisas noutros termos.
    Passar bem.

  23. Naturalmente que tão bonita discussão só podia mesmo redundar em juízos severos relativamente ao meu carácter. Ou, como singelamente referes, a minha “estrutura”.
    Nota que o rigor te prega partidas, uma vez que a frase “porra há gente mesmo estúpida”, não refere ninguém em particular e fica assim no domínio da constatação indesmentível. Ou custa-te assim tanto admitir que “há gente mesmo estúpida” no planeta? Mas admitamos que a frase se refere à afirmação anterior do Luís – que tem todo o direito de proferir frases estúpidas, como eu ou como tu, sem que isso faça dele “gente estúpida” – e sigamos a tua lógica (vou dar-lhe esse nome, embora, convenhamos, ele desmereça um pouco).
    Como há atitudes de “justiça popular” por parte de quem se chateia ao ver uma autocolante no seu carro mal estacionado, isso autoriza-nos a referirmos-nos da mesma maneira a quem se chateia ao ver uma autocolante no seu carro que não está mal estacionado.
    Suponho que isso nos permita afirmar que, como há uma série de pessoas que já vieram deixar comentários no Spectrum semelhantes ao que tu acabas de nos presentear – com frases inflamadas sobre a minha “estrutura” e assim sucessivamente – e que algumas dessas pessoas são nazis, racistas, xenófobas ou ainda estalinistas, autoritárias e intelectualmente desonestas, logo…
    Parece não fazer qualquer sentido, não é? Mais fácil será admitir (algo que, suponho, não te custa menos a ti do que a mim) que a comparação foi despropositada, tal como o é, aliás, chamar “justiça popular” a quem te quer obrigar a retirar um autocolante do seu carro. Não tarda nada estamos a chamar “ameaça de morte” aos comentários do Party Program, ou “argumentos razoáveis” ao que tu escreves acerca da minhocas.
    Finalmente, essa espécie de sobranceria para com quem não acha piada às tuas opções enquanto activista, que te leva a dispensar a necessidade de argumentar a favor delas, diz muitíssimo mais acerca da tua “estrutura” do que poderás pensar.
    Faz o favor de me devolver a bicicleta (já vi que a ironia é uma cena que a ti não te assiste).

  24. Já vi que queres ter o último post, tu não desarmas.
    Vá, eu deixo: leva lá a bicicleta. ;-)

  25. É só para dizer que o cabrão do jeep estava estacionado fora do passeio mas a estorvar como o caraças.
    Aquilo era uma bruta festa, era uma noite quente, o espaço estava cheio de gente, a rua estava cheia e alguém decidiu estacionar um jeep mesmo à porta.
    Afinal são de quem as ruas?

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