Ocupar Tudo: Como construir uma estratégia colectiva de ocupação da cidade

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Habitamos um espaço que nos é estrangeiro, por ser moldado por poderes, lógicas e dinâmicas que não controlamos e que nos são impostas à força. Apesar de todos os seus edifícios e pavimentos, consideramos esse espaço um deserto, onde nada cresce e as formas de vida são cada vez mais escassas. Ocupar a cidade equivale por isso a um ataque: a tudo o que a converte no deserto, a tudo o que nos impede de viver
Quarta Feira, 9 Novembro, 20h Jantar, 21h Conversa

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10 thoughts on “Ocupar Tudo: Como construir uma estratégia colectiva de ocupação da cidade

  1. Ocupar tudo é ambicioso.
    Se o tudo incluir a casa dos segredos, os pastéis de Belém e por sequência quiçá a assembleia da republica então estaremos no caminho da modernidade revolucionária.

  2. Rick: sim meramente, ou mera ou simples poesia. não é pragmático.
    já agora, o que é a casa dos segredos ?

  3. Rick: sim meramente, ou mera ou simples poesia. não é pragmático.
    já agora, o que é a casa dos segredos ?

  4. Rick, não sei se tenho medo ou não. nunca ocupei isso.
    mas a ideia tem tanto de “assustador” como de “poético”, acrescentaria patético.

  5. Há tanta coisa que nós nunca ocupámos Areia. E há tanta coisa irreal no pragmatismo. Mais vale continuarmos a conversar.

  6. Caso INSÓLITO
    Diretor e Presidente de Conselho Executivo/ Diretivo há mais de 20 anos com progressão na carreira como se fosse licenciado sem o ser.
    O atual Diretor do Agrupamento de Escolas Dr. João de Araújo Correia, recentemente eleito -16 de julho de 2011- apresentou-se a concurso, como sendo licenciado em Produção Animal na IUTAD quando, afinal, se verificou que nunca completou a licenciatura que diz ter.
    De acordo com o Regulamento eleitoral para o cargo de Diretor, aprovado, por unanimidade, pelo Conselho Geral Transitório, os candidatos que prestassem declarações falsas seriam excluídos automaticamente do concurso. A Comissão que acompanhou e verificou todo o processo eleitoral, na sua boa fé, não verificou se o candidato tinha ou não feito declarações falsas; aceitou-as como verdadeiras e, por isso, considerou que o ex Presidente da Comissão Administrativa Provisória, ex Diretor do Agrupamento vertical de Peso da Régua, ex Presidente do Conselho Diretivo/Executivo, reunia as condições para ser candidato a diretor do Agrupamento, vindo a ganhar a eleição com 12 votos contra os 9 que o seu opositor teve, no órgão que o elegeu – o CGT.
    Faça-se JUSTIÇA!!!!!

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