Morreu um filho da puta

Não me posso permitir a hipocrisia de lhe chamar outra coisa. Morreu de podre, sem julgamentos e na infame glória de ter passado impune por cinco décadas de vida política em que foi sinistro de Franco, responsável pela polícia e Ministro da Governação e sem que nunca ficassem esclarecidas as responsabilidades que teve em torturas, perseguições e fuzilamentos de presos políticos. Pai ideológico da pior canalha da direita espanhola, foi fundador do PP e orgulhosamente proferiu acintosas frases como esta: “Es evidente que el glorioso alzamiento popular del 18 de julio de 1936 fue uno de los más simpáticos movimientos político-sociales de que el mundo tiene memoria”. E assim se safou, à tangente, de ser julgado por crimes do franquismo. Fraga, não te sentiremos a falta.

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