Povo sem medo do mar não tem medo de lutar

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16 thoughts on “Povo sem medo do mar não tem medo de lutar

  1. soçe nem sei quem vai querer assumir a responsabilidade desta provocação digna dum correio da manha qualquer mas pá.. agora mesmo apetece-me dar-lhe umas peras na cara sem previas perguntas.. intelectualoides cobardes do caralhho..
    xoto setubal

  2. TMC, boa.
    Xoto, posso perceber a tua indignação e aborrecimento (embora não concorde com eles) mas não percebo esse argumento das peras, que é o mesmo que chamar cobardes. E que é o mesmo argumento da coragem que parece emanar de uns cartazes que andam por ai.
    Não sou um pacifista e nem olho para a violencia como uma vaca sagrada e nem acho que a violencia em determinados momentos não seja o melhor dos argumentos. Como quando se ataca um banco, se impede que um policia excitado se intrometa em manifestações, ou quando se fura um cordão do serviço de ordem da CGTP.
    Mas perante uma critica (provocação, talvez) subtil através de um video do Rick? Podia talvez ter sido um texto? Se o cartaz é publico porque não o devem ser as criticas a ele?
    A dificuldade em criticar ou a dificuldade em lidar com criticas é que é talvez cobarde.

  3. Eu assumo todas as responsabilidades. Vê-se que não costumas ler o correio da manhã (é uma publicação de intelectualóides). Devias ter pensado no problema antes de teres achado fixe um cartaz que é o que se sabe: ambíguo e a roçar a exaltação dos heróis do mar nobre povo.
    Assim de repente, dá a impressão de que me estou a meter com as pessoas erradas, supremas autoridades de uma coisa qualquer, que até dão peras na cara sem previas perguntas. Mas depois de pensar bem no assunto chego à conclusão que estou a trocar comentários com o pessoal de sempre. Aquele mesmo que não meteria medo a um polícia de trânsito mas que se acha bué de campeão na altura de ameaçar quem se limita a colocar as coisas de uma forma que não lhes agrada.
    A mim saberás certamente onde me encontrar. Aparece.

  4. Cartaz ambíguo? Não no contexto em que é produzido: para a convocar uma manif naquela que é e sempre foi uma terra de pescadores. Não é preciso ir procurar no cartaz significados que tu próprio acharias estranho se estivessem realmente lá. Escusas de andar a picar os outros com piadinhas na blogosfera…

  5. Xoto, soçe, o Rick pode ser uma beca intelectual, mas de cobarrde não tem nada… no passadiço fez frrente sozinho ao carreca lá do bairro, só com umas correntes na mão :\

  6. Ricardo:
    O teu egocentrismo (para não acusar uma cidade inteira e apelidar o teu devaneio de lisboa-centrismo) advém apenas de teres propositadamente optado pela ignorância, a píada xunga e a cobardia.
    Não estou interessado em telenovelas de internet, e como tu provavelmente achaste que o esforço incrível (do qual nem terás noção…) de muitos companheiros em realizar uma manifestação não valia nem sequer o teu pequeno esforço de contribuir directamente e cara-a-cara com o que fosse, (desde uma crítica constructiva ao que achas que está errado no cartaz a aportações mais positivas sobre a manifestação) iremos nós a Lisboa para esclarecer estes assuntos.
    É pena é que aparentemente aches que tudo anda á volta do eco-sistema de lisboa e os seus micro-climas. Fica sabendo que de Setúbal não partiu UMA só caravela, mas partiram muitas traineiras que nunca mais voltaram.
    É pena que nem sequer mexam o rabo evenham a setubal para aportar qualquer coisa, nem que seja uma conversa critica.
    É pena que quando já estejamos a levar com bófias todas as noites, com o os autoritários do Partido e da CGTP, e agora com a ameaça dos faxos, ainda venham pessoas como tu que têm dois dedos de testa e poderias facilmente entender o contexto, mandar facadinhas pelas costas.
    Nem UMA referência fizeram ao 1 de Maio este ano, e agora saiem-se com isto???!!!??
    E ainda falas tu de ambiguidade….
    Tenho a certeza que já nos vamos ver, porque mais uma vez seremos nós a mexer-nos para tal, mas fica sabendo que deste lado não respeitamos as noções de “capitais” e tu também sabes onde nos encontrar.
    até já.

  7. Acho que todo/as nós já perceberam a natureza dos artigos, comentários, vídeos, etc, que aqui são publicados. Não é a primeira vez que acontece uma “provocação” do género. Também não me parece que o termo “provocação” tenha de ser pejorativo. Muitas vezes são as “provocações” que acabam por nos abrir os olhos quando em vez de nos sentirmos ofendidos, perdemos algum tempo a cogitar sobre isso. Não me parece que o vídeo aqui publicado em analogia com a frase do cartaz do 1º de Maio seja feliz porque a pessoa que o publicou conhece minimamente bem quem o fez e dentro de que contexto ele apareceu. Como também não me parece que seja a melhor resposta a ameaça deixada no ar para não baixar ao nível baixo de quem joga com uma ironia de mau gosto. Não percebo é depois o comentário do “pessoal de sempre”, que me parece ter um tom desprezível, nem depois o “sabes onde me encontrar” que parece ser algo bem infantil. Na minha opinião o melhor será deixar essa pessoa em paz a fazer a “revolução” através dos debates da Unipop, e quem quer de facto estar na rua, dar a cara por isso. Tudo o resto é novela sem interesse e relevância.

  8. ahahaha pedro que paternalismo bacoco e que tentativa vazia de conciliação – porque é o debate vai sempre direitinho ter com a telenovela mexicana, oscilando entre a boa onda ou a má onda e raramente tem alguma coisa a ver com discussão politica e social? a mim a não me apanham nesse logro. só a discussão aberta e frontal (com argumentos, frontal não quer dizer dizer o que nos vem na cabeça com mais ou menos emoções) nos torna mais inteligentes e vagamente revolucionários, antes de isso miséria..
    «deixar essa pessoa em paz …
    «quem quer de facto estar na rua …
    « não me parece / parece-me / não me parece
    baaaah da.me volta ao estomago. autoritarismo mascarado de boa onda tranquila sem certezas nenhumas para não levantar ondas
    e depois isso dos nomes próprios men?
    ora nos escondemos a sete pés e defendemos a invisibilidade ora enchemos o peito e colamos o nosso nome masculino (para que toda a gente saiba quem fala) e exigimos do interlocutor o mesmo. esse debate aqui tem sido liderado pelo daniel oliveira e quejandos. o meu nome é Carlos.

  9. Eu fiquei surpreso e triste com este post aqui no spectrum. O problema obviamente não é a crítica implícita nele, ou o facto de alguém a ter (porque outros a terão também), mas o facto de ela ter sido colocada na net, desta forma. sem discussão, sem argumento, e também aparentemente sem a mínima vontade de ajudar seja no que for. Aí a coisa ganha outra dimensão, que sai fora da possível contribuição entre pessoas que de alguma forma poderiam ser, pelo menos, cúmplices, para transformá-la numa boca que não sei sinceramente qual é o objectivo. se é gozar com o pessoal que está a preparar a manif em stb, se é desmobilizar dessa manif, se é “desertar das identidades” sendo que outras estão a ser criadas, bem mais perigosas, mesmo que os seus nomes sejam menos conhecidos… se é simplesmente ter piada, sendo que o sentido de humor também tem limites e a meu ver chamar propaganda fascista a um cartaz que implicitamente remete para um povo habitante de setúbal de pescadores e trabalhadores portuários e que explicitamente se afirma algo que o autor deste post por alguma razão raramente ou nunca pôs em lado nenhum: anti-autoritário. só uma piada de muito mau gosto ou uma qualquer intenção estranha que me entristece (pelos momentos que ultimamente tenho andado a curtir contigo) seria capaz de, indo buscar uma outra interpretação deturpada mas de alguma maneira possível do cartaz, torná-la desta forma uma forma de propaganda contra a manifestação em setúbal. tudo isto se torna ainda mais rebuscado quando o rick conhece há anos os meus companheiros de onde isto vem, sabendo que são das pessoas que nunca se vergaram perante nenhuma polícia, nenhum partido ou organização satélite, nenhuma aliança-política-útil-ao-momento-porque-às vezes-dá-jeito-negociar-com-este-ou-com-aquele – são anarquistas sem qualquer tipo de problema em assumi-lo desde que assim se sentiram (porque o problema não são os “rótulos”, mas a maneira de viver e fazer as coisas) que têm vivido ao longo dos anos uma vida anti-autoritária, da melhor maneira que conseguem e tentando sempre alargar e transpor esses limites. para o melhor e para o pior, o princípio da não negociação com o poder (mesmo que camuflado) e da não representatividade são o que pode tirar-nos desta merda de vida e levar-nos para outra coisas qualquer mais entusiasmante, e a referência dessa ideia vale mais para a rebelião do que mil alianças baseadas no interesse político – isto não é um ataque a ti rick, é mais o sublinhar duma ideia que insisto em tentar viver. e por favor os comentadores do spectrum, que também eu costumo ver e achar piada, não venham pegar pela suposta “virilidade” do “nunca se vergaram”… é um bocado seca não se poder usar determinados termos que de facto de adequam às situações só porque fazem lembrar tabus ou supostas maneiras erradas de falar.
    e bom, era mais ou menos isto… fiquei triste com isto, porque quando parece que as coisas parecem estar a ficar mais interessantes vens com este tipo de atitude atacar indivíduos rebeldes com base na deturpação, e não percebo sinceramente qual a tua necessidade disso. num momento em que o pessoal tava numa boa… e que na verdade espero e acho sinceramente que vai continuar numa boa.
    só para terminar, acho fixe não se transformar isto numa discussão inter-grupal – foste tu que publicaste esta palhaçada e houve uma pessoa, que fez questão de se identificar, que te respondeu. não percebo também que razão obscura está por detrás de teres respondido a isso no plural (“com o pessoal de sempre”), empurrando uma série de indivíduos exteriores a esse diálogo para um problema que criaste.
    dado o tom pessoal,queria assinar com o meu nome, mas agora isso também parece ser visto como virilidade e qualquer coisa macha, por isso não quero ser mal visto… como tal vou so dizer que sou uma das pessoas que foi contigo lá acima ao acampamento e que, mais uma vez, vê com surpresa, tristeza e raiva o que aqui fizeste.

  10. hahahahahahaha parece que tamos no mIRC
    ya ás seis no portão..
    fds.. nao sou cobarde senhores e senhoras somos so bastante diferentes.. talvez tivemos infancias diferentes.. em cidades diferentes.. pá.. na boa.. nao ase chateiem que eu tambem nao, depois logo lutamos quando nos virmos.. só para treinar para quando aparcer os tais bofias de transito! hahaha vai ser jiro..

  11. Não pretendo a conciliação, muito pelo contrário. Acho que, neste momento, sou mais a favor da estigmatização e da clarificação de quem quero ter a meu lado. E não gosto de boas ondas, pois parece-me que é isso que se passa muito por Lisboa ultimamente e que, na verdade, me chega a dar algum asco. Principalmente quando essas boas ondas estão mascaradas por um qualquer ódio latente que por vezes se solta, como é claro neste exemplo. Por vezes um soco na cara é a melhor resposta a uma punhalada nas costas. Mas eu nem acho que seja disso que se trata aqui, porque só nos atraiçoa quem um dia declarou estar connosco. E acho que a pessoa que aqui colocou esse vídeo nunca declarou nenhum tipo de “amor” a quem está a organizar esta manifestação, por isso, deixá-lo em paz no seu cantinho, sem que gastemos as nossas energias nisso, parece-me ser a atitude mais sensata. Para concluir, parece que é moda agora chamar de autoritário a quem se define como anti-autoritário, como se isso fosse uma grande ofensa. Acho que cada um sabe as linhas com que se cose. E se sou “másculo” porque assino com o meu nome, peço desculpa, mas é esse o nome pelos quais as pessoas me conhecem e que me foi dado à nascença.

  12. Se bem percebi vamos esclarecer isto olhos nos olhos (provavelmente daqui a pouco), pelo que não me vou alongar.
    Quando disse «o pessoal de sempre» estava mesmo a referir-me ao pessoal de sempre que vem à caixa de comentários do Spectrum denunciar, ameaçar e insultar. Não alargo a coisa a mais ninguém (Tiago, Pedro e Tua).
    Dito isto, há muitas e diversas razões para não ter participado na preparação desta manifestação, mas nenhuma tem a ver com a recusa em sair de Lisboa ou um problema qualquer com a cidade de Setúbal. A maioria delas é pessoal (tinha outras coisas para fazer), mas algumas são políticas e anteriores a este cartaz.
    Quanto ao resto: os debates do costume, o meu egocentrismo, a minha cobardia e assim sucessivamente, é mais do mesmo. E uma das razões pelas quais não irei a esta manifestação.
    Acho que isto só deu este barulho todo porque o pessoal reconhece, de uma forma ou de outra, que a escolha do cartaz não foi feliz.
    Por sinal, o «Ala Arriba» é um belo filme. Só é pena ser fascista.

  13. vai a manif, na fassas birra Rick. eca curti o cartaz… talvez por ser terra natal

  14. lutar xoto ? com o dangerous talvez agora com os sinaleiros toma cautela ou facilmente levas umas gomas nas pernas

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