13 de Outubro – Que se lixe a troika! Manifestação cultural.

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9 thoughts on “13 de Outubro – Que se lixe a troika! Manifestação cultural.

  1. Ganhei ao Paulo! Cheguei primeiro.
    Paulo, o teu amigo Marcelo parece que também vai. Debraço dado com a Ferreira Leite. Querem ouvir a Naifa.

  2. professor martelo rémiquesse (o sabão que fala todos os domingos à nação, dorme 4 horas por dia e lê 10 livros por semana)

    se o sabão diz, é

  3. eu pensava bem na companhia que vocês arranjaram antes de ir; já agora, sem a troika, onde têm dinheiro para pagar médicos, enfermeiros, professores, hospitais, escolas? como não sabem, aproveitem e perguntem ao marcelo

  4. paulinho, não sabes de onde vem esse dinheiro? vem dos juros que deixamos de pagar à troika! agora volta pra escolinha pra aprenderes economia, volta!

  5. se deixares de pagar juros à troika eles não nos emprestam e deixamos de poder ter hospitais, escolas, etc.; o dinheiro vem por prestações; a taxa de juro que estamos a pagar está entre 2,3% e 2,5%; mas ok quando precisar de dinheiro peço um empréstimo ao spectrum a taxa de juro zero, quero ver a vossa cara (não se esqueçam que o dinheiro que nos está a ser emprestado pertence a outros povos, como o alemão)

  6. já agora, as moças que frequentam o rda andam a depilar-se demais, o que não está certo; vejam se conseguem manter uma certa dignidade revolucionária, caso contrário volto para a kapital

  7. ‘o dinheiro que nos está a ser emprestado pertence ao povo alemão’, pois é, a alemanha (os seus governantes) é uma porreiraça, sempre a ajudar incansávelmente, e os tugas, sempre malandros, a gastar acima das suas possiblidades, e a não quererem trabalhar como de costume; os alemães, pelo contrário, trabalham que se fartam e, está à vista, vivem melhor; a alemanha nem é um dos países líderes da união europeia, e como tal nunca impôs as medidas da ue que asseguram que os países mais ricos não deixem de o ser, não não; e alemanha (os seus bancos) nem sequer lucra quando restantes países europeus estão em crise, não não

  8. zuogmi, é engraçado como te referes a políticas para que os países ricos deixem de o ser mas não te ocorre o raciocínio de que os pobres deixem de o ser; é uma mentalidade…

  9. paulo, eu referi-me a políticas para que os países ricos -não- deixem de o ser, ao que está, obviamente, subjacente o raciocínio de que os pobres deixem deixem de o ser

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