Para o Zé Neves com amor…

A propósito do artigo “Porque narciso acha feio o que não é espelho“, isto :

15 thoughts on “Para o Zé Neves com amor…

  1. ok! cheguei lá. Mas que dizer dum gajo que escreve na 3ª pessoa do plural (tipo: “entendemos que…”)???

  2. desculpa lá Shift mas… parece-me que a impossibilidade (ou pelo menos a vacuidade) de “alguém” sozinho (e de fora do movimento de protesto) começar uma revolução era precisamente o ponto do artigo. mas posso não ter lido bem. vou ler outra vez.

  3. Pfffffffff……….. desculpa lá ó shift mas que revolução e onde? Perante o que se está a passar nas ruas achar que é no congresso das alternativas que está a acontecer alguma coisa é bastante ridículo. Já agora este texto do ZN é o melhor que li sobre o assunto.

  4. Meus queridos, obviamente que não se trata de começar uma revolução sozinho. Porque aliás, de que revolução estamos a falar ? Sempre ouvi dizer que mais vale uma boa pergunta, a uma má resposta. O pffffff do pp está na mesma linha de mira daquilo que eu quis relevar com este post. Agora vou voltar às minhas alternativas… que não são as do congresso nem as da 5a via Nevesniana !

  5. Portanto, se não apresentas alternativas, então cala-te, não tens nada que criticar? Já ouvi muito disso, sim, do prof martelo e tal.

  6. oh shift estás a fugir com o rabo à seringa. Ao contrário do que possas pensar alinho pouco com uma reacção epidérmica ao congresso das alternativas – pode ter sido até interessante – e mas não deixa de ser sinal de algum autismo considerar que lá passou algo mais do que um encontro entre pessoas partilham algumas perspectivas, e qualquer plano fundador de uma “alternativa” parece-me ter saido totalmente gorado. O texto do ZN põe as questões bastante bem, gostava de te ouvir explicar então o que é que especificamente te causa tanta espécie nele, e também como é que contextualizas o dito congresso no enorme estrilho que este último mês foi. É que sem isso isto são pouco mais que postas de pescada. Já sei que o facto de estarem vários milhares de pessoas na rua com uma combatividade inimaginável há um par de anos será sempre timido em relação a esse enorme movimento de apoio ao mellanchon (nãoseicomoseescreve) que tanto transformou a vida dos militantes de esquerda e a própria França, mas enfim, es lo que hay

  7. PP
    1. Tenho muitos medos, mas de agulhas muito pouco.
    2. As postas de pescada alimentam muita gente, não vejo problema algum de utilizar o spectrum para isso. Lembro-me de uma vez rick Dangerous teres metido um vídeo saudosista de Lourenço Marques, protestei e aprendi uma coisa com a tua resposta : « cada leitor a sua interpretação, não estamos aqui para educar ninguém » (não foi stricto sensu o que disseste … mas mais ou menos). Se te sentes burro perante o meu post problema teu.
    3. Portanto, sobre o texto do Zé Neves já disse tudo o que tinha a dizer… do pffffffff ao Nesvesiano, leiam o que quiserem nas entrelinhas.
    4. Agora sim em relação às questões que me colocas no teu comentário.
    a) Já não sei se sou eu que penso por ti, ou se tu pensas que eu penso por ti. Uma coisa tenho certeza, não sabia o que tu pensavas do congresso. Com o teu comentário fiquei com uma ideia. B) Não participei nem pouco nem mais ou menos no congresso nem na sua organização, o que me chegou aos ouvidos, no entanto, é que mais do que um espaço de encontro entre pessoas que partilham algumas perspectivas, foi um espaço de muitos desacordos. As conclusões desse espaço não se saldou nUMA só Alternativa, como dizes, mas varias alternativas. Fora isso, se aqueles que lá estiveram pensam-se como vanguarda ou o reflexo do que se passa nas ruas… é um erro… eles que se regalem com esses erros a pensar que são verdades. Frequentemente, as ruas transbordam as verdades. C) Sinto pelo tom do teu comentário, que abres os arquivos dos meus antigos posts, nomeadamente no que diz respeito ao post onde fiz um paralelo entre o congresso das alternativas e o Front populaire na Tunisia; e por outro lado, o meu apoio incondicional ao Front de Gauche em França. Sobre o primeiro, é preciso dizer que comparar o incomparável dá sempre merda… mas mais do que comparar o que eu quis sublinhar com esse post é que em diferentes sítios tem havido uma necessidade de união. Posso dizer que o esforço de juntar um partido comunista a um partido nacionalista árabe é inédito. Aliás, historicamente viu-se mais divisões entre as ramificações marxistas e nacionalistas árabes do que o contrario. Fechado o parênteses, gostava de insistir sobre o facto que o problema não se encontra na união de algumas partes, o problema coloca-se quando as características que levaram a essa união criam por um lado exclusão forçada de alguns, ou quando fazem dessa união a única forma legitima de combate no espaço publico. Neste primeiro post, apenas quis dar conta desse esforço de união, e não das dissensões e ilegitimaçoes dai decorrentes. Quanto ao segundo post, sobre Mélenchon chon chon… mostrei que sou fan, e consciente disso. Há muito que não lia um programa de um partido, li-o… concordei com algumas coisas, descordei de outras… o republicanismo exacerbado de Mélenchon enerva-me… mas a retórica dele encanta-me. Talvez tenha criado um novo militantismo, es lo que hay em França. D) Este ultimo ponto conduz-me a outro. A coerência para mim nao existe, dai o meu relativismo tb ele exacerbado que me tem dado alguns dissabores em discussões. Assim como a minha visão sobre o que se passa na Siria tem evoluído, as minhas posições sobre a combatividade, movimentos sociais e afins em cada contexto político e social podem mudar de um dia para o outro. Não costumo tipificar movimentos sociais, nem tenho jeito para tal exercício. Neste espaço a mim ninguém me cala.

  8. Não fiz nenhuma comparação entre o congresso das alternativas e a tunisia, era o que faltava. Se sobre o texto do ZN já disseste tudo o que tinhas a dizer eu pelo menos fiquei sem perceber patavina, e não estou a ser irónico, é que realmente não percebo onde é que queres chegar. Talvez isso não seja perceptível através das notícias e/ou dos blogues, mas acredita que neste momento não há nada de mais desinteressante ou descabido do que a “esquerda” e as suas questões.

  9. então temos que: “Agora vou voltar às minhas alternativas… que não são as do congresso nem as da 5a via Nevesniana !” …era isto: “a retórica dele (Mélenchon) encanta-me” e isto “Posso dizer que o esforço de juntar um partido comunista a um partido nacionalista árabe é inédito”. Shift, esperava melhor. e serei ainda mais burro que o rick porque já depois da tua explicação não percebo de todo o que terá isto que ver com o ZN. quanto ao calar-te fez-me lembrar o Manuel Alegre e…bom, vamos ficar por aqui. A cada um o seu raio de acção e força aí nas tuas coisas.

    Anarkoid, até tens razão, mas o comentário refere alternativas às quais voltar. agora que já sabes quais são, bom proveito.

  10. Anónimo que “compreendeu”:
    Eu não compreendi. O meu comentário era mesmo para Shift, a cena do post, “do cala-te e começa a revolução”, o caminho da crítica permitida apenas a quem apresenta “melhor”.

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