Ninguém calará a voz da classe operária

Ontem, na reunião pública de Câmara esteve presente Miguel Sousa Tavares (MST), o homem que tem sido a cara da luta contra as obras de alargamento da capacidade de armazenamento de contentores em Alcântara.
Segundo o mail/petição que já recebi de diversas proveniências, este alargamento irá aumentar ainda mais a separação entre a cidade e o rio, visto que vai aumentar a “muralha de aço” de contentores ali em Alcântara.
Eis uma pequena foto do local (horrivel para uns, belo para outros) que se pretende ampliar:

Todo a argumentação que tenho lido e ouvido de MST e outros, parece-me ser sobretudo argumentação contra a existência do Porto de Lisboa.
Parece-me a mim e parece aos estivadores que ontem também estiveram na reunião.

Mandaram uns piropos ao gajo. O gajo (gabo-lhe a coragem física) disse qualquer coisa entre dentes e meteu aquele ar de quem sabe muito bem quem lhe roubou o portátil com o último romance. Os estivadores passaram-se e se não fossem outros estivadores a acalmar os colegas, hoje não se falaria noutra coisa senão no estado de saúde de MST.

3 thoughts on “Ninguém calará a voz da classe operária

  1. Vão trabalhar como os operários. Fácil falar “operários explorados e coiso e tal”.
    Difícil mesmo é ser solidário e trabalhar no duro.
    Trabalhem mais para uma sociedade mais justa e dic«vagueiem menos. Nada mais abominável que um extremista de esquerda, que só o é porque fica bem, mas que nada sabe da dureza do trabalho. Nojo.

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